Outros

Rio Oil & Gas – Incubadora da COPPE UFRJ expõe alta tecnologia

Bia Teixeira
8 de outubro de 2014
    -(reset)+

    A Incubadora de Empresas da COPPE/UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) está inserida no ambiente do parque tecnológico que abriga centros de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) de grandes corporações do setor de óleo e gás, e também vai se apresentar com novidades na Rio Oil & Gas.

    Das 26 empresas residentes e 51 graduadas, a maior parte tem foco nas áreas de petróleo e gás, energia, meio ambiente e tecnologia da informação, setores fortemente estimulados pelos laboratórios e pesquisadores da própria COPPE e da UFRJ, além da proximidade com o Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes). Além da própria iniciativa que completa 20 anos de sucesso, a incubadora leva para a ROG três jovens empresas de alta tecnologia.

    Uma delas é a OilFinder, spin-off do Lamce (Laboratório de Métodos Computacionais em Engenharia da Coppe), especializada em modelos computacionais capazes de localizar a origem de exsudações de óleo no fundo do mar. A empresa apresentará estudo comprobatório, realizado na Bacia de Santos, da eficácia da tecnologia inovadora e exclusiva de Modelagem Inversa, ferramenta testada por nacionais e multinacionais do setor, que permite avaliar o potencial petrolífero de blocos em leilões, reduzindo risco exploratório e ampliando o conhecimento dos sistemas petrolíferos.

    A pesquisa comparou resultados da Modelagem Inversa com os dados geoquímicos coletados pela Geochemical Solutions International Brasil Ltda., conhecida como GSI Brooks, primeira empresa de aquisição de dados autorizada pela ANP a atuar no Brasil.

    Residente da incubadora desde o início do ano, a Ativatec, empresa de robótica submarina, exibirá tecnologias inéditas, 100% brasileiras, que reduzem o custo e tempo de operação, restabelecendo o fluxo de produção, aumentando o lucro da empresa e minimizando os riscos de acidentes ambientais.

    A Ativatec, que fornece serviços exclusivos de robótica submarina para a cadeia de óleo e gás, possui quatro patentes de tecnologias de inspeção, intervenção e monitoração de equipamentos de produção em águas profundas. Entre elas, a Crab Tool, em parceria com a Petrobras, utilizada para a detecção de trincas, fissuras e perda de material por corrosão em componentes estruturais de equipamentos submarinos.

    Outra incubada na UFRJ desde o início deste ano é a EasySubsea, que oferece serviços e produtos para monitoração, controle e automação de poços de petróleo para o segmento subsea. Ela vai apresentar o EasySensing, tecnologia, que assimila os dados de pressão e temperatura do óleo durante a produção, e que acabou de ser qualificada no INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). A tecnologia nacional de monitoramento de poços, que reduz os custos atuais das empresas de produção de petróleo, já foi testada também pela britânica RMSpumptools.

    A empresa desenvolveu ainda outra ferramenta inovadora, já patenteada: o EasyComm, um transmissor de dados do poço de petróleo para a plataforma de petróleo via comunicação hidroacústica, ou seja, sem fio.



    Recomendamos também:








    0 Comentários


    Seja o primeiro a comentar!


    Deixe uma resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *