Economia

Rio Oil & Gas – Exposição de produtos e serviços tem reflexos nas rodadas de negócios

Bia Teixeira
15 de setembro de 2010
    -(reset)+

    A empresa carioca, que tem escritórios em outros estados e flexibilidade para prestar serviços em qualquer ponto do país, aposta no crescimento substancial na demanda por produtos e serviços direcionados à produção, exploração e ao refino de petróleo e gás.

    Com representação exclusiva no Brasil de 16 empresas estrangeiras fornecedoras de produtos e serviços, a Hirsa, que deverá chegar ao final desse ano com 120 funcionários, estima um crescimento de 30% no seu faturamento, impulsionado em grande parte por contratos de serviço de longa duração e de fornecimento para projetos importantes, o que a levará a ampliar suas representações para outros estados.

    Internacionalização – A mesma expectativa tem a Chemtech, empresa brasileira absorvida pelo grupo Siemens, para quem o mercado local está em franca expansão, impulsionado pelo crescimento da economia brasileira e pelas novas descobertas de petróleo. “Acho que o país passará por um momento histórico único e muitas oportunidades e empregos serão gerados. É a grande chance para o Brasil se estabelecer como uma potência mundial”, afiança o diretor-comercial Alex Freitas, afirmando que a empresa está capacitada a atender a estas demandas com soluções completas, inovadoras e tecnológicas para o mercado de óleo e gás.

    O executivo frisa que a participação na Rio Oil faz parte da estratégia de negócios da Siemens desde 1996. “Esta feira é uma referência mundial para o setor de óleo e gás. É importante estarmos presentes para termos a possibilidade de conversar e trocar ideias com todos os nossos atuais e futuros clientes, parceiros e fornecedores”, pontua. “É também uma grande oportunidade de fortalecer e dar visibilidade à nossa marca: a empresa acaba de completar vinte anos e é líder brasileira em consultoria e serviços de engenharia e tecnologia da informação para a indústria.”

    Para ele, além da visibilidade, a maior expectativa gira em torno das parcerias que podem ser estabelecidas e que vão reforçar uma nova estratégia da empresa. “A Chemtech está iniciando um plano de internacionalização, com representações comerciais nos países do Oriente Médio, Europa e EUA, de onde trarão projetos para serem executados pelos escritórios no Brasil”, conclui.

    Petróleo & Energia, Douglas Abreu, Sócio-diretor da Gas Energy, Rio Oil & Gas - Exposição de produtos e serviços tem reflexos nas rodadas de negócios

    Abreu: cresceu o interesse por serviços de consultoria

    Negócios na pista – Com ou sem estande, as empresas que atuam na cadeia produtiva de óleo e gás acreditam que o mercado sempre ganha alento durante a ROG. “É uma oportunidade única para reciclagem de conhecimentos e contatos com empresas, especialistas e tecnologias”, salienta Douglas Abreu, sócio-diretor da Gas Energy. “É um local de atualização de informações, fundamental para a Gas Energy, que atua diretamente nesse mercado.”

    O executivo explica que a Gas Energy não participará da ROG com estande, mas executivos e a equipe técnica da empresa estarão presentes ao longo de toda a programação. “Vamos apresentar a nova estrutura organizacional da empresa, com a criação da Gas Energy S.A., que consolida todas as áreas de consultoria e assessoria do grupo, além da nova identidade visual”, explica. Reciclagem e atualização de informações, abertura de novas frentes de negócios e novos mercados e parcerias estratégicas são os principais fatores que levam a Gas Energy a desenvolver ações dentro da ROG. O intuito é sempre firmar posição no mercado em expansão.

    “Com as descobertas dos campos do pré-sal, o Brasil passou rapidamente de um cenário de escassez de gás natural para um de sobreoferta. Os novos campos do pré-sal mais que dobram as reservas atuais abrindo muitas oportunidades de desenvolvimento do mercado interno e também de exportação do gás natural via GNL”, lembra Douglas Abreu. “Todas essas oportunidades associadas às modificações propostas pela Lei do Gás abrem um espaço interessante de crescimento para a Gas Energy no apoio aos novos projetos e também a empresas que queiram investir nesse mercado crescente.”

    A Gas Energy, que possui 30 colaboradores, 60 clientes e cinco escritórios, em 2009, obteve faturamento de R$ 4,6 milhões (incluindo, além do Brasil, resultados de outros países onde também atua, como Argentina, Bolívia, Peru e Canadá).

    Participação no congresso – Outra tradicional fornecedora da Petrobras, a Forship Engenharia S/A também vai fazer uma campanha móvel, sem estande fixo, apostando na maior visibilidade técnica da empresa, com trabalhos inscritos para o congresso que ocorre em paralelo à Rio Oil & Gas. Os trabalhos abordam o tema que é o “DNA” da Forship: a engenharia de comissionamento, na qual já se tornou uma referência internacional – estando presente na Ásia, com uma subsidiária sediada em Cingapura.

    “Apesar da elevada quantidade de participantes, nossa expectativa recai principalmente em torno dos artigos que apresentaremos. Temos como intenção principal a afirmação de nossa liderança em comissionamento e seu sistema de gestão”, afirma Fabio Fares, presidente da Forship. “Também pretendemos difundir a empresa e seus outros produtos entre operadoras e epecistas, rever pessoas e ampliar nosso network”, complementa.



    Recomendamos também:








    0 Comentários


    Seja o primeiro a comentar!


    Deixe uma resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *