Preço do etanol cai em 11 estados e sobe em outros 11 além do DF, mostra ANP

No país, preço médio do etanol subiu 0,29%, a R$ 3,41 o litro

Preço do etanol cai em 11 estados e sobe em outros 11 além do DF, mostra ANP

Os preços médios do etanol hidratado nesta semana aumentaram em 11 estados, diminuíram em 11 e no Distrito Federal, e permaneceram estáveis em 3, de acordo com o levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas. No Amapá, não houve cotação.

Nos postos pesquisados pela ANP em todo o país, o preço médio do etanol aumentou 0,29%, passando de R$ 3,40 por litro na semana anterior para R$ 3,41 por litro.

Em São Paulo, o principal estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, o preço médio subiu 0,31%, de R$ 3,22 para R$ 3,23.

A maior queda percentual na semana, de 6,53%, foi registrada em Pernambuco, onde o litro passou de R$ 3,82 para R$ 3,77.

A maior alta percentual ocorreu no Ceará, de 4,44%, com o litro subindo de R$ 4,05 para R$ 4,23.

O preço mínimo registrado na semana para o etanol em um posto foi de R$ 2,67 por litro, em São Paulo.

O maior preço, de R$ 6,60, foi registrado no Pará. Já o menor preço médio estadual, de R$ 2,96, foi observado em Mato Grosso, enquanto o maior preço médio foi registrado em Rondônia, de R$ 4,85 por litro.

Na comparação mensal, o preço médio do biocombustível no país aumentou 0,59%. A maior alta no período, de 22,04%, foi registrada em Goiás. A maior queda no mês foi observada no Amazonas, de 6,53%.

Queda do petróleo reduz defasagem do diesel e alinha gasolina, diz Abicom

A brusca queda no preço do petróleo reduziu a diferença de preço do diesel no mercado brasileiro em relação ao mercado internacional e fez com que o preço da gasolina ficasse praticamente alinhado, conforme informado pela Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom) nesta segunda-feira (5), com base nos dados do fechamento de sexta-feira (2).

Após ter flertado com altas acima de US$ 80 no início da semana passada, o petróleo está operando de forma instável, oscilando entre pequenas altas e quedas, sendo cotado próximo de US$ 77 por barril do tipo Brent por volta das 10h (de Brasília).

Segundo a Abicom, o preço do diesel nas refinarias da Petrobras está 7% mais baixo do que na parte norte-americana do Golfo do México, região utilizada como referência para as oportunidades de importação de combustíveis. Já o preço da gasolina está alinhado com o preço internacional.

Para equiparar o preço do diesel ao mercado externo, a Petrobras poderia realizar uma redução de R$ 0,26 por litro, de acordo com a Abicom. O combustível está há 41 dias com janelas fechadas para importação, o mesmo período do último reajuste.

Quanto à gasolina, ela permanece há 108 dias sem alterações de preço nas refinarias da estatal e tem aberto janelas pontuais para os importadores. A Acelen, na Bahia, aumentou o preço da gasolina em R$ 0,11 por litro na quarta-feira da semana passada.

Na média das refinarias brasileiras – que inclui três refinarias privatizadas no governo anterior -, o preço do diesel está 5% inferior ao preço externo, enquanto a gasolina está 1% mais cara.

Nos postos de abastecimento, os preços dos combustíveis permaneceram estáveis na semana de 28 de janeiro a 3 de fevereiro, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), em comparação com a semana anterior, apesar do retorno do ICMS sobre os combustíveis no dia 1º de fevereiro.

Com apenas três dias de captação após a volta do imposto, o preço médio da gasolina manteve-se estável em relação à semana anterior, atingindo R$ 5,56 por litro nos postos, conforme a ANP. O preço do diesel aumentou 0,1%, alcançando R$ 5,92 por litro, enquanto o preço do gás de cozinha caiu 0,3% na mesma comparação.

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