Lubrificantes ficam mais eficientes, mas consumo cai

Petróleo & Energia, Lubrificantes ficam mais eficientes, mas consumo cai

Assim como toda a indústria instalada no Brasil, a produção de autoveículos capotou em 2015 e 2016. Com índice de ocupação de capacidade instalada beirando 50%, a expectativa atual é de produzir pouco mais de 2 milhões de unidades, entre automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, voltando ao patamar de 2005.

Considerando a média de cinco litros de óleo lubrificante em cada cárter de motor, a queda de demanda esperada superaria os 12 milhões de litros, apenas no suprimento para montadoras. Isso sem pensar nos óleos das caixas de transmissão e de direção, nos circuitos hidráulicos e nas várias graxas aplicadas em cada veículo. Um tombo e tanto, lembrando que esse setor é o mais importante para o mercado de lubrificantes em todo o mundo.

Petróleo & Energia, Lubrificantes ficam mais eficientes, mas consumo cai

Além dele, a venda de óleos e graxas para o setor industrial, um mercado com características diferentes e pulverizado em várias atividades específicas, também amarga anos difíceis. Uma conjunção muito danosa, evidenciada pelo mau desempenho do Produto Interno Bruto (PIB), que caminha para o segundo ano de retração, estimada em mais de 8% para o biênio.

“Os lubrificantes têm uma correlação muito grande com o PIB, a ponto de o setor funcionar como termômetro para a atividade econômica. Quando o PIB cresce, a venda de lubrificantes cresce acima dele. E quando o PIB cai, tende a cair mais. Até 2013 o mercado apresentou crescimento e, a partir de 2014, o setor passou a registrar uma queda significativa de mais de 10%, acumulada nos últimos dois anos”, apontou, Roberta Maia, gerente de marketing da Cosan Lubrificantes.

Petróleo & Energia, Silva: converter óleo grupo I para II agora não vale a pena
Silva: converter óleo grupo I para II agora não vale a pena

O consultor especializado e proprietário da LubeKem, Cláudio Pereira da Silva, confirma a queda. “Nos últimos dois anos, o mercado brasileiro de lubrificantes encolheu 11%, com isso, a briga de preços ficou mais acirrada e, segundo dados da ANP, 31 fabricantes saíram desse mercado apenas em 2015”, salientou (veja gráfico).

A tendência é de aumento na concentração de mercado. Segundo informou Silva, o Brasil contava com mais de 130 produtores de lubrificantes há alguns anos, quantidade que caiu para 94 no final do ano passado. Em parte, as regulamentações impostas pela ANP (casos da Resolução ANP 18/2009 – estabelece os requisitos necessários à autorização para o exercício da atividade de produção de óleo lubrificante acabado –, e ANP 22/2014, ampliada com ensaios técnicos em janeiro de 2016) contribuiu para isso, ao impor aos pequenos fabricantes ônus maior do que poderiam suportar. “A ANP 22/2014 exige o registro da formulação completa do lubrificante, verifica a estrutura do produtor e confere até a rotulagem, incluindo ensaios feitos por laboratórios especializados”, relatou. “A partir de 1º de janeiro de 2017, os novos níveis mínimos de desempenho dos óleos lubrificantes para motores automotivos ciclos Otto e Diesel permitidos para fins de registro, comercialização, produção ou importação serão: API SL, API CH-4 e ACEA vigente. A qualidade dos óleos lubrificantes e graxas está aumentando, mas a respectiva fiscalização continua apresentando problemas”.

“Nós nos preparamos para superar essa fase e estamos conseguindo alcançar as metas projetadas para 2016, mas não projetamos nenhum grande aumento de demanda em curto prazo”, avaliou Aguinaldo Sibinel, supervisor de desenvolvimento da Klüber Lubrication no Brasil. A companhia, integrada ao grupo alemão Freudenberg, atua em vários segmentos industriais, com foco em especialidades lubrificantes, com desempenho superior e alto índice de customização. No segmento automotivo, por exemplo, participa mais do suprimento aos maquinários de produção e, nos carros, apenas nos pequenos pontos mais críticos. “Não dependemos de nenhum segmento específico da indústria, por isso, conseguimos até crescer em alguns mercados que sofreram menos nessa crise”, disse. A empresa fornece lubrificantes para as indústrias alimentícia, siderúrgica, de mineração, celulose e papel, açúcar e álcool e automotiva.
A Klüber está se adaptando às exigências da ANP para o seu extenso portfólio de produtos. “Toda formulação lubrificante precisa ser registrada na agência, que aceita normas internacionais de desempenho e qualidade, mas deixou bloqueada a entrada de novos fabricantes”, disse. No caso dos produtos destinados à indústria de alimentos, em geral se aceita a norma americana NSF H1, para contato incidental, sendo necessário certificar o produto e também a indústria produtora. “Estamos importando esses itens, porque não há fábricas certificadas no Brasil, mas concorremos com quem já estava estabelecido antes da edição da norma”, afirmou. Além disso, embora reconheça qualidades na regulamentação, ele nota insuficiência de fiscalização. Por isso, é importante que os clientes sejam rigorosos na seleção de fornecedores.

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Avanço sintético – Os óleos que formam a base dos lubrificantes estão em processo de atualização no Brasil. A tendência atual é de substituir o óleo grupo I por ingredientes mais avançados (grupos II e III), mas também favorece o avanço de outras linhas (veja tabela com a classificação oficial).

Segundo o Anuário Sindicom 2015, o mercado de lubrificantes no Brasil gira R$ 20 bilhões ao ano. São mais de 125 produtores autorizados pela ANP e 184 importadores no Brasil. Mais de 9 mil produtos são comercializados nesses segmentos. O mercado de óleos lubrificantes no país ainda é predominantemente mineral (92%), seguido de semissintético (4%) e sintético (1%). “Entretanto, esse mercado passa pela principal mudança de sua história, com o crescimento na utilização de produtos sintéticos e semissintéticos, em substituição ao óleo mineral, de menor qualidade”, afirmou Roberta Maia.

Ela comentou que, no segmento automotivo, é patente essa migração. “Hoje, 90% dos carros saem das montadoras com óleos sintéticos; em 2015, 58% dos veículos que saíram de fábrica no Brasil já estavam com lubrificante sintético, e outros 37%, com semissintético. Somente 5% deixaram as montadoras com óleo mineral no cárter”, relatou.

Nesse passo, ela calcula que a frota nacional em circulação terá um novo perfil em poucos anos. Atualmente, 20% dos carros em circulação usam óleo sintético, 26% rodam com semissintético e 54% ainda usam o mineral. Roberta salientou que os óleos sintéticos aumentam a eficiência dos motores, poluem menos, duram mais e ajudam a economizar combustível. O motor do carro dura mais, porque esse óleo reduz mais o atrito e sofre menos oxidação. Os sintéticos também resistem melhor ao calor, entre outras vantagens.

“A Cosan Lubrificantes, detentora da marca Mobil, é líder no segmento de produtos sintéticos e também a empresa que mais aumentou sua participação no mercado nos últimos cinco anos, saindo de 11% para 17,7% no primeiro trimestre de 2016, oferecendo o lubrificante ideal para todas as marcas e tipos de veículo”, ressaltou.

Em geral, a qualidade dos lubrificantes brasileiros está cinco anos defasada em relação ao estado-da-arte dos países mais avançados, como Estados Unidos e os europeus, como explicou Cláudio Pereira da Silva, da LubeKem. “Como não há produção de óleos básicos de alta qualidade no Brasil, em especial dos grupos II e III, a crescente demanda possivelmente continuará a ser atendida por importações dos EUA, Ásia e Oriente Médio”, alertou.

Como explicou, em âmbito mundial, existe um excesso de capacidade produtiva de óleos básicos que deverá chegar a 8 milhões de t/ano em 2021. “O mercado mundial de lubrificantes, pelo menos nos últimos 15 anos, está estagnado na faixa de 37 milhões a 39 milhões de t/ano, mas foram construídas mais de 10 milhões de t/ano de novas capacidades entre 2011 e 2016, e não há demanda para tudo isso”, afirmou. É preciso considerar a evolução dos motores e sistemas mecânicos, e também dos lubrificantes, cuja qualidade cada vez mais elevada permite ampliar os intervalos de troca. “As caixas de transmissão de alguns automóveis já são fabricadas com sistema de fill for life, ou seja, dispensam a troca do lubrificante”, explicou. Óleos de motor eram trocados a cada 5 mil km, mas hoje é comum suportarem 10 mil km e já se fala em 20 mil km entre substituições. Com isso, a demanda caiu, mesmo com o aumento da frota circulante mundial e do maquinário instalado.

Silva comenta o caso brasileiro, que só conta com a produção local de óleo básico grupo I, produzido principalmente pela Refinaria Duque de Caxias (Reduc), da Petrobras, estimada em 500 mil t/ano, para um consumo total de 1,1 milhão de t/ano. “Esperava-se que a refinaria do Comperj já estivesse operando; com ela, seriam produzidas mais 400 mil t/ano de óleos básicos grupo II, mas como esse projeto está parado, a importação segue e seguirá elevada nos próximos anos”, afirmou o consultor.

“A estatal pode ter perdido o bonde da história, pois hoje os baixos prêmios de preço entre os óleos básicos grupo I e II, e o oversupply global de óleos de alta qualidade não justificariam mais este investimento no Brasil”. Silva considera que com o aumento dos requisitos mínimos de qualidade dos lubrificantes automotivos, talvez ainda fosse um bom plano dar um upgrade de investimento marginal na Reduc para a produção de óleos grupo II neutro leve/médio, mas mantendo a produção dos óleos grupo I neutro pesado e brightstock 150, cujos prêmios de preço são mais altos e com boa demanda no mercado de lubrificantes industriais. “Os preços de óleos grupo III (4 cSt, 6 cSt) também estão sob forte pressão e os prêmios de qualidade já são bem menores do que no passado recente, após um verdadeiro tsunami de novas capacidades de óleos grupo II e III que iniciaram a produção entre 2011 e 2016”, explicou (veja gráfico).

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Uma possibilidade seria investir para produzir alguma quantidade de óleos do grupo III, ainda valiosos. O consultor recomenda fazer as contas desse projeto com muito cuidado para evitar prejuízos. Como disse, sempre haverá mercado para óleos do grupo I, produzidos pela extração a solvente de petróleos brutos, que precisam ter qualidade adequada para tanto. Já os tipos II e III dependem menos da qualidade do cru, pois decorrem do seu hidrocraqueamento que pode ser menos (gerando o grupo II) ou mais severo (grupo III). “Neste último caso, o óleo tem maior qualidade, mas o rendimento do processo é consideravelmente mais baixo, condição que se reflete no preço”, avaliou.

O hidrocraqueamento, diferente da extração por solvente, gera um range diferente de produtos quando comparados com o do grupo I, sendo o neutro pesado produzido em quantidades menores na produção de óleos grupo II (e não há produção deste óleo no range de produção de grupo III), e o brightstock não é produzido no range de produção do grupo II ou III, sendo ambos muito utilizados nos lubrificantes industriais. Mais um ponto a favor de manter a produção do grupo I em alguns países. “Ainda há muita capacidade de produção do grupo I na Europa, são produtos que têm seu uso definido, notadamente no segmento industrial, que representa entre 30% e 35% do mercado de lubrificantes”, salientou.

No caso dos óleos do grupo III, Silva aponta que nem os Estados Unidos os produzem, preferindo importá-los da Ásia e Oriente Médio, geralmente, apesar de demandarem quantidades significativas. Há casos recentes de investimentos em processos de síntese para produzir óleos do grupo III. A Shell usa gás natural do Qatar para alimentar reatores do processo Fischer-Tropsch com modernas técnicas de catálise. “Essa deve ser a maior unidade de grupo III do mundo, para 1,5 milhão de t/ano, geram óleos de altíssima qualidade, com índice de viscosidade na faixa de 140”, comentou.

Além desses derivados de petróleo e gás, existem alternativas de alta qualidade para produzir óleos básicos. É o caso dos ésteres de óleos vegetais, produtos nos quais o Brasil teria amplas capacidades de avançar. “Nesse caso, o programa nacional de biodiesel absorveu a produção dos ésteres e o alto preço dos óleos vegetais dificulta a sua popularização”, lamentou. Seria também possível produzir naftalenos alquilados e outros produtos de maior valor agregado, consideradas as melhores bases para lubrificantes. “A capacidade desses produtos não chega a 2% da demanda global de lubrificantes”, apontou.

O avanço dos motores e sistemas mecânicos exige lubrificantes de qualidade cada vez maior, até porque eles ficarão muito mais tempo dentro dos equipamentos. Melhorar os óleos básicos ajuda, mas isso não reduz a necessidade de adicionar aditivos. “Pelo contrário, o uso de aditivos é crescente”, apontou Silva. Formulações para uso industrial usam, em geral, no máximo 10% de aditivos em volume. Nos produtos automotivos, porém, a aditivação chega a representar mais de 20% do volume final e quase 50% do custo.

Linha industrial – O avanço dos lubrificantes industriais também é constante, apesar do mau momento da economia nacional. “Há situações em que o lubrificante precisa mudar, mesmo para uso em equipamentos velhos”, comentou Aguinaldo Sibinel, da Klüber. A entrada de novas regulamentações é um motivo para isso. E não apenas em âmbito local. “Todo fabricante de lubrificantes no Brasil usa pelo menos um ingrediente importado, especialmente entre os aditivos; por isso, caso algum insumo seja proibido no exterior, ele deixará de ser oferecido e obrigará a mudar a formulação daqui também”, explicou.

Petróleo & Energia, Sibinel: lubrificantes evoluem mesmo para uso em máquinas velhas
Sibinel: lubrificantes evoluem mesmo para uso em máquinas velhas

Até o comportamento da economia influencia a escolha do lubrificante por parte dos clientes. Em geral, na bonança, a demanda fica mais estável. Nas crises, o mercado procura produtos com melhor custo/benefício. “Nós preferimos aumentar os benefícios a brigar por preços, oferecemos redução do número de paradas, menor desgaste das máquinas e até a diminuição do consumo de energia pela redução de atrito”, afirmou. Mas alerta: a formação técnica das equipes compradoras melhorou muito, sendo exigentes com a qualidade e com o desempenho oferecido. “Pré e pós-venda são muito importantes.”Os óleos básicos para uso industrial geralmente pertencem aos grupos I, II e III. Como explicou, o grupo I é mais conhecido e seu desempenho é previsível nas formulações. “Quando se usam óleos mais nobres, de outros grupos, como ésteres, glicóis e silicones, o trabalho do formulador fica mais complexo, porque nem sempre os aditivos entregam o efeito desejado”, comentou. Cada aplicação precisa ser avaliada criteriosamente, para evitar que o cliente pague a mais por benefícios de que não precisa.

Como salientou Sibinel, a Klüber não compra pacotes prontos de aditivos dos fornecedores tradicionais do ramo. “Compramos os ingredientes separadamente e formulamos nossa própria aditivação, somos especialistas nisso e não queremos depender do conhecimento de terceiros”, afirmou. A companhia mantém um centro de pesquisas na Alemanha, além de contar com unidades de desenvolvimento de produtos e customização de formulações nos países em que atua. “Não dá para fazer um lubrificante na Alemanha para atender o mundo todo”,  comentou. “No Brasil, identificamos necessidades e tendências, mas seguimos as regras e políticas da matriz.” No caso de produto direcionado apenas ao mercado local, a subsidiária tem autonomia para fazer a formulação conforme as regulamentações locais; se um item pode ser exportado, é preciso observar também as normas do país de destino. “Quando exportamos para a Europa, precisamos seguir as regras do sistema Reach, usando apenas insumos previamente certificados”, explicou.

Na região, a Klüber possui fábricas no Brasil e na Argentina, além de escritórios comerciais. A companhia deseja operar essas unidades de forma coordenada, integrando suas produções da forma mais eficiente possível. “A ideia é aproveitar o que cada unidade faz de melhor, respeitadas as regulamentações e exigências de cada mercado”, informou.

O suprimento de insumos para a produção de lubrificantes é limitado, na avaliação de Sibinel. “O biodiesel, por exemplo, tirou muitos produtos que serviam para fazer óleos básicos e aditivos”, lamentou. “Para as graxas, havia uma produção local de derivados de mamona, mas hoje isso está sendo suprido pela Índia, o Brasil perdeu esse negócio.”

O consumo de graxas lubrificantes é muito pequeno em comparação com o de óleos. “É um mercado que ficava na média de 55 mil a 60 mil t/ano no Brasil, mas caiu para 48 mil t em 2015”, informou Silva, da LubeKem. Mercado pequeno, porém interessante, pois as exigências técnicas avançaram muito. “O maior problema das graxas é o preço do lítio, o seu principal aditivo, pelo menos nas linhas de maior volume.”

Segundo o consultor, a demanda industrial por lubrificantes cresceu até 2013, mas depois despencou. Ainda há consumo expressivo nos setores de mineração, açúcar e álcool, agrícola e em vários segmentos menores, de forma pulverizada. “O segmento industrial é menos dinâmico que o automotivo, usa menos aditivos, por isso depende mais da qualidade do óleo básico, mas há evolução técnica, pois há uma preocupação em reduzir a emissão de vapores”, avaliou. Quando aumenta a qualidade, cai o consumo.

“No segmento industrial, também existe a migração dos óleos minerais para os de melhor qualidade – sintéticos e semissintéticos – como uma forma de postergar ou evitar a troca do maquinário”, afirmou Roberta Maia, da Cosan. Como informou, os lubrificantes Mobil são formulados criteriosamente para ajudar as empresas a conseguir a máxima eficiência dos seus equipamentos, desde turbinas a gás ou a vapor, até motores a gás, caixas de engrenagens de trituradoras de carvão ou exaustores de fuligem.

Depois do tombo sofrido nos últimos anos, o mercado brasileiro espera as definições políticas que permitam a retomada de investimentos, especialmente por parte de grupos estrangeiros. Então será possível reativar segmentos industriais que demandam grandes volumes de lubrificantes, a exemplo do automotivo. E, talvez, sonhar com a evolução da oferta local de óleos básicos e ingredientes.


CLASSIFICAÇÃO OFICIAL DOS ÓLEOS BÁSICOS PARA LUBRIFICANTES

Grupo I: teor de saturados menor do que 90%, teor de enxofre maior do que 0,03% e índice de viscosidade entre 80 e 120

Grupo II: teor de saturados maior do que 90%, teor de enxofre menor do que 0,03% e índice de viscosidade entre 80 e 120

Grupo III: teor de saturados maior do que 90%, teor de enxofre menor do que 0,03% e índice de viscosidade maior ou igual a 120

Grupo IV: todas as polialfaolefinas

Grupo V: óleos naftênicos, óleos minerais brancos, ésteres sintéticos, polibutenos, naftalenos alquilados (AN), óleos vegetais, poliglicóis

Grupo VI: poliolefinas internas

Óleos básicos minerais: para fins de registro e rotulagem, são óleos básicos que se enquadram nos grupos I, II e óleos naftênicos e minerais brancos

Óleos básicos sintéticos: para fins de registro e rotulagem, óleos básicos que se enquadram nos grupos III, IV, VI, ésteres sintéticos, poliglicóis, polibutenos e naftalenos alquilados

Fonte: Resolução ANP 22/2014

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