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Lideranças femininas debatem os desafios das mulheres

Petroleo e Energia
25 de agosto de 2019
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    No caso da Braskem, Isabel Figueiredo lembrou que em novas contratações entre os dois finalistas precisa haver ao menos uma mulher. Também foram criadas salas para que as mulheres que acabaram de ter filhos façam a coleta do leite materno, com o objetivo de facilitar o retorno dessas mulheres ao trabalho após a licença maternidade.

    A empresa, por meio de sua área de Diversidade & Inclusão, iniciou um trabalho em 2014 para diagnosticar quais pontos estruturais poderiam ser melhorados nos escritórios e nas plantas industriais. “Foram incluídos nesse trabalho a necessidade de aumentar a oferta de banheiros, vagas de estacionamento para gestantes, além das áreas para a coleta de leite”, complementa a analista da área, Debora Gepp. A meta da companhia é que até 2021 o índice de mulheres líderes na companhia seja de 32%.

    Química e Derivados - Liedi Legi Bariani Bernucci (Poli-USP), Vanderlan Bolzani (IQ-Unesp), Daniela Manique (Grupo Solvay), Isabel Figueiredo (Braskem), Adriana Amelio (Dow) e Marina Mattar (Abiquim)

    Liedi Legi Bariani Bernucci (Poli-USP), Vanderlan Bolzani (IQ-Unesp), Daniela Manique (Grupo Solvay), Isabel Figueiredo (Braskem), Adriana Amelio (Dow) e Marina Mattar (Abiquim)

    Debora explicou que são realizados treinamentos com os líderes da empresa para serem trabalhadas questões como a igualdade de gênero. “No ano passado, 500 líderes foram treinados e nossa meta é treinar os 300 restantes este ano. O avanço pode ser medido pela recente promoção de uma colabora ao cargo de ROI, que é o profissional responsável pela supervisão da operação industrial, na planta de Duque de Caxias-RJ e que é uma posição considerada masculinizada na indústria”, completou.



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