Estrangeiros vieram em peso disputar espaços

Das mais de 430 empresas e organi­zações presentes na feira, quase 80% eram estrangeiras que buscam refor­çar ou ampliar seus negócios no país, além de novos players que disputam um lugar ao sol nesse mercado cada vez mais concorrido. E as regras de conteúdo nacional impõem limita­ções para quem não formar parcerias locais ou se estabelecer no Brasil.

Muitas das estrangeiras, é bem verdade, já atuam fortemente no setor de óleo e gás brasileiro, caracterizado pelo uso intensivo de novas tecno­logias e processos, principalmente no segmento offshore, inovador por tradição. Soluções inovadoras são um item que a indústria brasileira vem demandando mais e mais para superar desafios nas novas fronteiras exploratórias, como o pré-sal.

Atenta ao mercado, a norte-ameri­cana Caterpillar decidiu expandir sua capacidade de produção local, apre­sentando na OTC Brasil produtos específicos para offshore. “O mercado brasileiro tem um papel importan­te na estratégia de crescimento da empresa”, afirmou David Noelken, executivo global para a área de petró­leo da Caterpillar, que veio ao Brasil especialmente para a OTC.

Segundo ele, hoje a Caterpillar está presente em praticamente toda a cadeia produtiva de óleo e gás, incluin­do a frota marítima. “Há motores Caterpillar em plataformas, navios, barcos de apoio e nas empresas que formam essa cadeia produtiva.” Noelken revelou também que a em­presa se esforça para atender a todas as necessidades da indústria, na qual, em razão das limitações de espaço, há uma demanda crescente por equipa­mentos mais compactos e eficientes.

Com forte presença no Brasil desde 1954, hoje a empresa califor­niana disponibiliza uma gama de soluções de energia Cat para apli­cações marítimas e petrolíferas. “E estamos buscando atender melhor a essa demanda, ampliando nosso pa­cote local e capacidade de produção, além de incrementar nossa linha de produtos”, observou Noelken. Os conhecidos grupos geradores 3500 a diesel, produzidos em Piracicaba-SP, terão conteúdo nacional suficiente para atender às exigências de finan­ciamento especial do BNDES. Os motores da Série 3500 para propulsão diesel-elétrica e energia marítima au­xiliar são comumente usados em apli­cações de rebocamento e salvamento, carga e trabalhos offshore, bem como para o acionamento de bombas de emergência e de combate a incêndios.

A ampliação da capacidade local abrangeu a aquisição, em 2010, de uma planta fabril de 50 mil m², em Campo Largo-PR, que está iniciando suas operações. Com ela, a empresa pretende incrementar sua linha lo­cal de produtos, incluindo motores menores, de altas velocidades, bem como os de maior porte, de médias velocidades, para os setores marítimo e de petróleo. A empresa conta com o apoio técnico local dos revendedores Sotreq, Marcosa e Pesa, que possuem ao todo 52 escritórios no país.

Com mais de 85 anos de ativi­dades, a Caterpillar teve um fatura­mento de US$ 42,6 bilhões, em 2010. Embora não diga o peso do Brasil nesse faturamento, nem se está entre os dez maiores resultados do grupo, Noelken classifica o país como um mercado estratégico.

Energia em águas profundas – Esse é também o pensamento da Siemens, que além de apresentar palestras na conferência também expôs suas principais soluções offshore. “O mo­mento é de extrema importância para a economia brasileira”, afirmou Welter Benício, diretor da divisão óleo e gás da Siemens no Brasil. O siste­ma modular de distribuição elétrica submarina (Subsea Powergrid) para operar sob três mil metros de lâmina d’água e a engenharia multidisciplinar da companhia, aplicada nos setores  de automação, geração, transmissão e distribuição de energia, compres­são, tratamento de água, além de aplicações para a tecnologia marítima, foram os destaques da Siemens na OTC Brasil.

Benício salientou que o Subsea Powergrid é considerado uma peça-chave para o desenvolvimento de campos em águas profundas. Isso levou a adquirir duas empresas no­rueguesas de tecnologia submarina (Bennex e Poseidon), consolidadas em julho, no valor de US$ 105 mi­lhões. Embora sediadas na Noruega, com atuação em Houston (Texas), ambas atuarão com força no Brasil, considerado o grande laboratório mundial de tecnologia submarina. “Não haverá instalações locais, mas centros de treinamento. Temos exper­tise em engenharia submarina no país, mas precisamos ter gente treinada em novas tecnologias”, explicou. O desafio é atender aos requisitos de conteúdo local, que variam de 30% a 52%, dependendo do equipamento. “Até agora, conseguimos atender à demanda, mas com dificuldade em alguns casos.”

A estratégia de expansão da Siemens no setor de óleo e gás será reforçada pelas atividades de pesquisa e desenvolvimento do novo centro tecnológico da companhia, que está em vias de ser instalado no Parque Tecnológico da Ilha do Fundão, no Rio de Janeiro. Com previsão de iniciar suas operações até o final do próximo ano, com uma área construída de 4 mil m² para abrigar 800 pesquisadores e engenheiros, a iniciativa elevará o país à condição de centro de excelência mundial em engenharia avançada, pesquisa e desenvolvimento em óleo e gás e tecnologias submarinas dentro do grupo Siemens.

Maratona do conhecimento – Vencer desafios foi o mote de outra empresa do grupo Siemens, a Chemtech, que durante a OTC Brasil promoveu as finais da 7ª Maratona Nacional de Engenharia, além de uma rodada de negócios. Dez duplas de estudantes selecionados em universidades de todo o país disputaram as finais dessa competição tecnológica, na qual o objetivo era apresentar um projeto de plataforma para operar campos do pré-sal, na costa brasileira.

Os projetos foram desenvolvidos com a ajuda de uma ferramenta tec­nológica da Siemens Consulting. A premiação foi entregue no estande da Chemtech, em clima olímpico. A du­pla vencedora saiu de uma instituição bem distante do mar: a Universidade de Brasília (UnB), estreante nessa competição, disputada por estudantes da USP, Unicamp, UFRJ, entre outras universidades.

A empresa promoveu ainda uma rodada de negócios para reforçar o contato com empresas, a fim de quali­ficar fornecedores e estabelecer novas parcerias, com o intuito de oferecer serviços de engenharia para grandes operadoras no setor de óleo e gás.

Sistemas subsea Com um portfólio de mais de 1.200 sistemas de cabeça de poço e em torno de 180 árvores de natal molhadas instaladas na costa brasileira nos últimos 30 anos, a GE Oil & Gas está qualificada para ampliar sua participação nesse mercado. Foi esse o foco da apresentação da em­presa durante a OTC Brasil, na qual o vice-presidente da GE para a América Latina, Fernando Cesar Martins, e o presidente da Wellstream Brasil, Luis Antonio Gomes Araújo, explicitaram a estratégia de crescimento do grupo.

Petroleo & Energia, Estudantes da UnB venceram a maratona da engenharia, Estrangeiros vieram em peso disputar espaços
Estudantes da UnB venceram a maratona da engenharia

“A aquisição da Wellstream foi concretizada com o intuito de conso­lidarmos nossa posição no setor offsho­re”, destacou Martins, lembrando que a empresa também está investindo US$ 170 milhões na implantação do primeiro Centro de Pesquisa Global da GE no país, dos quais US$ 20 milhões serão alocados na instalação de um laboratório focado no setor petrolífero.

Os dois executivos confirmaram investimentos da ordem de US$ 100 milhões na ampliação da fá­brica de Niterói-RJ da Wellstream, adquirida mundialmente pela GE por US$ 1,3 bilhão. Um dos prin­cipais fornecedores de tubos e risers flexíveis submarinos para o mercado de óleo e gás, a Wellstream foi uma das últimas aquisições do grupo, dentro da estratégia de expansão iniciada em 2007, quando foram compradas a Vetco Grey e a Sondex e, em 2008, a Hydrill. Em 2011, além da Wellstream, a GE incorporou a Well Support, for­necedora de produtos e soluções para desenvolvimento e melhoria na produção de reservatórios de petróleo e gás. “A GE Oil & Gas é a única empresa que atende o setor de óleo e gás desde a cabeça de poço, na produção, à distribui­ção de combustíveis”, assegurou Martins.

O presidente da Wellstream Brasil informou que os investimentos para dobrar a capacidade produtiva da planta de Niterói (que produz cerca de 270 km de linhas flexíveis por ano) também vão possibilitar a fabricação de “linhas mais robustas, resistentes ao CO2 e que poderão ser aquecidas para evitar a formação de parafinas que impediriam o fluxo de óleo”.

Os dois destacaram ainda a amplia­ção de uma base da GE para atender as operações da Petrobras na área do pré-sal, em área anexa à fábrica de Niterói, mediante US$ 50 milhões em investimentos. Além de um guindaste potente – o maior do país – terá um píer, que começará a ser construído  em novembro deste ano, para estar operando antes do final de 2012.

[box_light]Sísmica 4D gere reservatórios

Braço industrial do grupo francês CGGVeritas para fabricação de equipamentos de aquisição sísmica, a Sercel apresentou inovações e produtos de sua linha marítima, principalmente para aquisição e projeto de levantamentos sísmicos. Uma das soluções que vêm ganhando espaço no mercado brasileiro – já em uso em alguns campos da Petrobras, como o de Marlim, na Bacia de Campos – é o monitoramento permanente 4C/4D.

A tecnologia é apontada como uma das mais modernas soluções para a gestão de reservatórios de petróleo e se baseia na repetibilidade como principal fator, possibilitada por cabos sísmicos fixados no leito marinho durante toda a vida do campo. Por isso também é chamada de sísmica
permanente.

O consultor Mário Barros, que atua no mercado offshore e recomenda as soluções Sercel, explica que ela é muito indicada em reservatórios maduros, com maior longevidade e potencial de produção. A sísmica 4D compreende um processo que pode ser comparado a um check-up.
Periodicamente são feitos levantamentos sísmicos para analisar as características do reservatório
em produção.

“O benefício da sísmica 4D está associado ao potencial do reservatório e ao aumento de seu fator de recuperação, isto é, a quantidade de óleo que pode ser aproveitada com base na estimativa original. As empresas avaliam a contratação de serviços de sísmica de acordo com a sua necessidade e economicidade, do Value of Information (VOI), técnica empregada em estudos de viabilidade de projetos”, explicou Barros.[/box_light]

Garantia de eficiência Também a Schneider Electric buscou destacar soluções voltadas para as atividades de E&P em águas profundas, apre­sentando inovações para o segmento subsea e offshore. “Queremos conso­lidar a nossa presença no mercado de petróleo e gás como provedor de soluções completas de módulos de distribuição elétrica para plataformas, drilling ships e para o subsea”, afirmou o vice-presidente da unidade de negó­cios Energy, Luis Felipe Kessler.

Segundo ele, a empresa, que atua no país há algumas décadas, tem engenharia local capaz de prover soluções completas para os módulos elétricos offshore. “Temos tecnologia desenvolvida para soluções de dis­tribuição elétrica até três mil metros de profundidade, proporcionando aumento da vida útil e eficiência na produção”, assegurou.

No estande da Schneider Electric, o principal destaque foi o sistema de distribuição elétrica de média tensão sob condições extremas, denominado Subsea, e a Shore Connection (toma­da de terra) para portos, que garante a estabilidade energética, sendo a única no mercado que utiliza a plataforma de um UPS (Unidades de Alimentação Ininterrupta). A empresa aproveitou a oportunidade para apresentar solu­ções desenvolvidas em parceria com a Telvent, a sua mais recente aquisição. “A Telvent complementa a arquite­tura integrada EcoStruxureTM da Schneider Electric, proporcionando uma solução de gestão de informa­ções para controlar, monitorar e otimizar redes”, concluiu Kessler.

A questão do conteúdo nacional não assusta a empresa, que atua no Brasil desde 1947 e tem nove unida­des fabris distribuídas em São Paulo, Paraná, Ceará, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e no Amazonas.

Eletrocentro A Emerson Network Power, uma unidade de negócios do grupo norte-americano Emerson, considerado um dos líderes globais em soluções de energia que assegu­ram maior eficiência e eficácia de infraestruturas críticas, também se fez presente na feira técnica, destacando suas novidades e equipamentos con­sagrados no setor.

Com experiência consolidada em áreas de corrente contínua e alternada, sistemas de climatização de precisão, integração entre informática e energia, racks e gabinetes integrados, chaves de transferência e controle de ener­gia, gerenciamento de infraestrutura e conectividade, a empresa apresentou sua nova máquina de ar-condicionado de precisão Liebert HPM, que pode ser configurada com ventiladores EC (Eletricamente Comutados) de velo­cidade variável e em diversas versões. Equipadas com o controle iCOM, elas possibilitam a conexão web e entre máquinas e são apontadas como a solução ideal para qualquer aplicação.

No estande, a empresa expôs a maquete de um eletrocentro, tam­bém chamado de Switchgear House, Controlcenter, Power Distribution Center, solução introduzida no mer­cado em meados dos anos 50 com o intuito de atender os projetos de exploração e produção de petróleo e gás. Os sistemas integrados são projetados e fabricados para abrigar equipamentos de potência e controle, como iluminação, ar-condicionado, UPS, energia auxiliar, painéis de co­mandos, esteiras, eletrocalhas entre outros.

Capital humano valorizado – Essa foi uma das mensagens que a brasileira Radix, dá área de engenharia e tec­nologia, procurou reforçar na OTC Brasil. Considerada “A melhor em­presa para se trabalhar no Brasil”, da pesquisa do Great Place to Work, na categoria pequenas e médias, a Radix destacou a força de seu capital huma­no no desenvolvimento de soluções para o mercado de óleo e gás.

“Sou um crítico ferrenho dessa onda de apagão de mão de obra. Por isso decidimos trazer para cá as equipes acadêmicas patrocinadas pela Radix. Esses jovens têm um futuro brilhante e merecem mais atenção da elite empresarial e do governo”, afirmou o diretor presidente Luiz Eduardo Rubião, destacando que o ponto forte da OTC é justamente a parte técnica.

Oito grupos universitários de dis­tintas cidades do Brasil apresentaram equipamentos desenvolvidos por eles, como robôs, barco solar, avião de aerodesign, minibajas, veículos elé­tricos etc. “Incluímos esses trabalhos acadêmicos porque vemos neles uma frente que pode nos levar a diversas inovações tecnológicas aplicáveis à indústria offshore”, explica o executivo.

A empresa oferece soluções em  engenharia, informação e controle, desenvolvimento de software, entre outros, e atua em mais de dez seg­mentos industriais, dividindo os seus serviços e soluções em quatro gran­des grupos: Projetos de Engenharia, TI Industrial, Desenvolvimento de Software e Desenvolvimento de Tecnologias.

Negócios lubrificados Duas empresas com nome reconhecido no setor de lubrificantes também participaram da OTC Brasil e mostraram que pretendem atuar forte mais além dos segmentos automotivo e industrial. Detentora do direito de uso da marca Mobil (da ExxonMobil) no Brasil, a Cosan Lubrificantes e Especialidades procurou apresentar o que dispõe de mais sofisticado em produtos para a cadeia de óleo e gás.

Criada em 2008, quando con­cluiu a compra dos ativos locais da ExxonMobil, neste ano a empresa assumiu a distribuição local de óleos básicos da companhia norte-america­na. Na OTC, ela também cedeu alguns de seus profissionais para proferir palestras sobre técnicas de lubrifica­ção para aumentar a produtividade e reduzir os impactos ambientais na indústria offshore.

“A marca Mobil reforça a alta tec­nologia encontrada em seus produtos e as diversas possibilidades de servi­ços voltados às variadas formas de aplicação”, ressalta Sidnei Bincoletto, coordenador de marketing da Cosan Lubrificantes e Especialidades. O sistema OilXplorer Analysis é um dos serviços destacados por ele na OTC. “Nosso sistema de análise de óleo foi desenhado cuidadosamente para garantir total conveniência e máxima proteção dos equipamentos”, afirma. “E a nossa equipe está apta a dar assistência técnica e treinamento ao pessoal de bordo, checando o resulta­do da aplicação e assegurando que os clientes recebam todos os benefícios do nosso programa de lubrificação.”

Concorrente nos setores auto­mobilístico e industrial, a Castrol, que atua no país desde a década de 50, já tem mais de uma década no setor offshore. Foi justamente para divulgar os produtos dessa divisão de negócios e fazer novas parcerias que a empresa participou da primeira edição brasileira da OTC. “O Brasil está se revelando um mercado estra­tégico em atividades offshore. Por isso a empresa vai iniciar a fabricação local e a comercialização de produtos para este setor a partir de 2012”, informa Felipe Carvalho, gerente de vendas Brasil da Castrol. A empresa acredita que o Brasil – ao lado do Golfo do México e Oeste da África – está entre os três mercados mais importantes no segmento.

Atualmente a Castrol possui ges­tão local e unidade de mistura no Rio de Janeiro, com assistência ao cliente baseada em São Paulo. E comercializa cerca de 25 diferentes produtos, para diversas aplicações na cadeia produ­tiva de óleo e gás: indústria, unidades móveis de perfuração, instalações de produção fixas, flutuantes e subsea, embarcações de abastecimento e ain­da navios de apoio especializado.

Na OTC Brasil, a empresa mos­trou suas linhas para perfurações e também para a produção, além de uma solução inovadora e ambientalmente sustentável, a Castrol GreenField, desenvolvida especialmente para aju­dar a indústria a reduzir o impacto ambiental, além do Ultimax, que é um lubrificante de alto desempenho. “Por enquanto, ambos são importados de fábricas em outros países, mas a meta é que esses produtos sejam mistura­dos na unidade do Brasil, como já acontece com o Castrol Transaqua e os óleos de transmissão e hidráuli­cos”, conclui Felipe Carvalho.

Também com experiência e ex­pertise consolidadas na área offshore, a Dow Corning apresentou na OTC  Brasil soluções especiais de alto de­sempenho para lubrificação e vedação à base de silicone, esenvolvidas para resolver problemas críticos que ocorrem durante a exploração e pro­dução, armazenamento, transporte e processamento. “Atendemos clientes em todo o globo, incluindo a América do Sul, por isso a nossa participação nesta nova conferência é um caminho natural”, disse Jennifer Arnold, da Dow Corning Oil & Gas.

Nova empresa na área A Utec Survey escolheu a OTC Brasil para anunciar a abertura de seu nono escritório internacional no Rio de Janeiro. Uma das maiores empresas independentes de pesquisa do mundo, com um am­plo portfólio de serviços de pesquisa offshore, incluindo apoio hidrográfico para a construção, medição industrial, serviços de pesquisa metoceânica, geo­técnica e geofísica, a Utec quer garantir uma fatia do mercado local, onde já atuam vários de seus clientes. “Este é um mercado essencial para nós, e estamos comprometidos em assegurar nossa presença em longo prazo com o apoio de uma equipe experiente e sistemas avançados”, afirmou Martin O’Carroll, CEO da Utec.

“Com o ritmo atual de expansão local das atividades offshore, nossos clientes estão exigindo parceiros que possam trazer soluções inova­doras e econômicas. Agora temos a possibilidade de responder local­mente por esses anseios”, comple­menta Steve Rampton, diretor de desenvolvimento.

As ações do escritório brasileiro serão estendidas também aos demais países da América do Sul. Luciano Arvelo, gerente sênior de Projetos, e Marcia Rainer, responsável pela área de Geofísica, vão articular as ativida­des no continente sul-americano.

“A experiência e o conhecimento local desses profissionais são os complementos perfeitos para os nos­sos planos contínuos de expansão na região”, garante Rampton. Os serviços iniciais oferecidos pela Utec incluem apoio à construção (ou seja, metrologia acústica, colocação de tubos e posicionamento de ROV), e pesquisas geofísicas e de inspeções.

 

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