Entraves regulatórios atrasam a chegada de inovações – Embalagens

Química e Derivados, IBC Schütz Cleancert oferece alta segurança, sem silicone
IBC Schütz Cleancert oferece alta segurança, sem silicone

Além das dificuldades de mercado que atingem, indistintamente, vastas áreas da economia nacional, o segmento de embalagens industriais usadas pelo setor químico encara outro desafio de porte: questões – e indefinições – regulatórias estão afetando o desempenho das empresas.

Química e Derivados, Glória: validade curta impede reutilização e amplia descarte
Glória: validade curta impede reutilização e amplia descarte

As questões regulatórias “devem melhorar a qualidade das embalagens, tornando-as mais seguras, diminuindo o risco de vazamentos e a geração de resíduos”, conceitua Glória Benazzi. Assessora, desde 1988, da Associação Brasileira dos Distribuidores de Produtos Químicos e Petroquímicos (Associquim) e coordenadora do Prodir – Processo Distribuição Responsável da entidade (desde 2002), a engenheira química relata que está em discussão a elaboração de uma norma técnica, com o objetivo de estabelecer requisitos para uso, armazenagem, manipulação, manuseio e transporte de IBCs para líquidos inflamáveis com ponto de fulgor igual ou inferior a 60ºC (determinado em ensaio de vaso fechado), a fim de evitar riscos de ignição e choques eletroestáticos.

De modo que os fabricantes de IBCs deverão submeter os seus produtos ao processo de avaliação da conformidade, regulamentado pelo Inmetro, com base em Norma Técnica específica (item 4.1.2.1.1 da Resolução ANTT 5232/16 e suas atualizações). A secretaria deste grupo de trabalho é exercida pela Associquim.

Com relação às disposições gerais adicionais para o uso de IBCs, Glória observa: “Existe legislação da ANP (Resoluções nº 30/2006, 42/2011, 30/2013 e 24/2016), do Corpo de Bombeiros de SP (IT-25) etc., que cita a norma ABNT NBR 17505 – parte 4, que estabelece a seguinte proibição para a armazenagem: `Não é permitida a armazenagem de líquidos inflamáveis com ponto de fulgor inferior a 37,8°C em IBCs de plástico rígido (31H1 ou 31H2) e IBCs compostos para líquidos (31HZ1)`. Esta norma foi baseada na NFPA 30. A norma técnica que está sendo elaborada tem o objetivo de evitar esta polêmica, pois hoje estes produtos não podem ser armazenados neste tipo de IBC, mas podem ser transportados desde que tenham a declaração estipulada na Resolução ANTT 5232/16 e suas atualizações”.

Atualmente, não é permitido transportar produtos classificados como perigosos pela Resolução ANTT 5232/16 e suas atualizações (item 1.1.1.3.4.) em embalagens com marcação de homologação marítima ou aérea sem ter a marcação de homologação do Inmetro. Isso acaba gerando um aumento de custo.

“Sabemos que o modal mais restritivo é o aéreo e, depois, o marítimo, e que os ensaios das embalagens para o transporte pelos modais marítimo e terrestre são os mesmos. Então, para que tal obrigatoriedade?”, indaga a especialista.

Segundo Glória, o setor reivindica que “só exista uma exigência de homologação de embalagens para produtos classificados como perigosos para o transporte. Ou seja, que sejam aceitas no transporte terrestre as embalagens com a marcação de homologação marítima ou aérea, sem a necessidade de ter também a marcação de homologação terrestre emitida pelo Inmetro”.

Ela afirma também que, “infelizmente, ainda temos temas pendentes no tocante ao reúso de embalagens que foram utilizadas para o transporte de produtos químicos classificados como perigosos, e que podem estar sendo usadas para produtos para uso e/ou consumo humano e/ou animal, apesar de que na Resolução ANTT 3665/11 e 5232/16 e suas atualizações já contemplem esse problema”. Cita-se que é proibido transportar alimentos, medicamentos ou quaisquer objetos destinados ao uso ou consumo humano ou animal em embalagens que tenham contido produtos perigosos.

O item 4.1.1.9.3 dessa Resolução diz que os recondicionadores e/ou refabricantes são responsáveis pela apresentação do laudo, contendo os métodos e os equipamentos utilizados durante a inspeção aplicada, assim como a informação sobre a inexistência de risco, a todos os adquirentes de suas embalagens, inclusive aos organismos responsáveis pela realização de ensaios posteriores.

Os adquirentes de embalagens recondicionadas e/ou refabricadas são responsáveis pela verificação da compatibilidade dessas com os produtos que pretenderem envasar. “Logo, cabe a quem comprar verificar se a embalagem foi anteriormente usada para produtos perigosos. Em caso positivo, não poderá ser usada para produtos destinados ao uso ou consumo humano e/ou animal”, assinala.“Atualmente, estamos nos deparando com problemas no tocante às embalagens homologadas plásticas, como bombonas e tambores que, a Resolução ANTT 5232/16 e suas atualizações (Exigência para o transporte de produtos classificados como perigosos para o transporte que estejam acima da quantidade limitada por embalagem interna) impõe que a validade dessas embalagens deve ser de cinco anos”, revela Glória.

Todos os testes referenciados nessa resolução, bem como nas portarias do Inmetro que se referem ao assunto, devem dar essa garantia de uso. Os fabricantes, porém, estão oferecendo apenas três anos. “As nossas empresas certificadas pelo Prodir, distribuidoras de produtos químicos e petroquímicos que se comprometem a dirigir suas ações quanto ao manuseio, uso, armazenamento, transporte e disposição dos produtos buscando a melhoria contínua de suas ações e a proteção para a saúde, segurança de funcionários, clientes, comunidade e meio ambiente, com ênfase na responsabilidade socioambiental e atitudes totalmente comprometidas com a legislação vigente, levantaram os problemas com os IBCs, das embalagens plásticas e da certificação única para os três modais”, destaca Glória.

Ela avalia: “Se o tempo de validade for alterado, diminuído, teremos um gasto não só com as embalagens, mas também com o retrabalho (reenvase/rotulagem, etc. dos itens que estavam nessas embalagens) desses produtos, que podem ser encaminhados até para disposição final, gerando um aumento de resíduos”. E salienta: a redução do tempo de validade dessas embalagens para 3 anos inviabiliza a refabricação ou o recondicionamento previsto na legislação, aumentando os gastos com o descarte.

Glória Benazzi é engenheira química pela UFRJ e administradora de empresas pela Suesc/RJ. Atuou no Inmetro de 1977 a 1996, sendo responsável pela inspeção e fiscalização de veículos que transportam produtos perigosos. Foi responsável pela elaboração de regulamentos técnicos de transporte de produtos perigosos e pela acreditação de organismos de inspeção, bem como do treinamento e certificação de inspetores que realizam as inspeções em veículos que transportam produtos perigosos a granel. Foi superintendente dos Comitês Brasileiro da ABNT de Segurança contra Incêndio (CB-24) de 1991 a 1997 e de Transporte de Tráfego (CB-16) de 1998 a 2005 e é coordenadora da Comissão de Transportes Terrestres de Produtos Perigosos/ABNT desde 1981.

Empresas – O gerente da divisão onshore da Intertank, Henri Gonçalves, reconhece que se enfrenta um período de “dificuldades mercadológicas, como todos os demais setores da economia”. E agrega: por conta de algumas indecisões no âmbito legislativo e regulatório, o mercado de produtos perigosos e de risco, incluindo os inflamáveis, retarda decisões quanto à melhor forma logística de atender os clientes.

Química e Derivados, Gonçalves: investimentos constantes em tecnologia garantem segurança
Gonçalves: investimentos constantes em tecnologia garantem segurança

Luiz Francisco da Cunha, diretor executivo da Schütz Vasitex, pondera que o mercado de IBC vem aumentando a sua participação não somente no segmento de produtos químicos, mas em outros também. O incremento “está muito atrelado aos benefícios e vantagens sustentáveis e econômicos que a embalagem provê, de até 50% em toda a cadeia”.

Química e Derivados, Cunha: embalagens plásticas já têm ciclo de vida fechado
Cunha: embalagens plásticas já têm ciclo de vida fechado

Considerando que o setor químico “é muito dinâmico e procura sempre inovações em embalagens”, Renata Canteiro, diretora técnica da Embaquim, informa que a empresa alcança, a cada ano, novos clientes e aumenta a sua atuação oferecendo embalagens sustentáveis, mais eficientes, que garantem economia de material e espaço.

Ela opina, entretanto, que, no momento, o mercado está paralisado, aguardando o desmembramento das propostas políticas para que a economia possa de fato voltar a aquecer: “A médio e longo prazos, esperamos que o fator sustentabilidade deixe de ser somente uma palavra da moda e passe a fazer parte da rotina de tomada de decisão também para escolha de embalagens industriais, ou seja, que haja uma preocupação real da indústria com a performance global da sua atividade, e não seja vista somente como apelo de marketing para o end user”.

Na opinião de Gonçalves, o crescimento dos negócios é vegetativo. “Não temos maiores perspectivas, até porque o mercado, como um todo, espera por decisões do governo para definir novos investimentos.” De qualquer modo, ele avalia que “as perspectivas são bem positivas, mas as decisões são lentas, principalmente as de curto e médio prazos”.

Após anos de estagnação, o cenário se reverteu a partir de 2018, na visão de Cunha, quando houve aumento na demanda por embalagens industriais, em especial, a partir do segundo semestre. “Com a retomada da economia prevista para 2019, a Schütz Vasitex prevê crescimento do mercado, não somente com aumento na demanda por parte dos produtos standard, como também pela introdução dos recentes lançamentos do grupo, IBCs especiais para uma variedade de aplicações específicas”.

Na ótica da Bomix, o mercado “é bem linear, bastante estável em relação a volumes”, define Alexandre Rosário, diretor comercial. “Dependendo da conjuntura econômica do Brasil, caso o país deslanche, temos certeza que haverá aumento de demanda”, acrescenta.Normas – Indagado sobre como as normas regulatórias influenciam a seleção e o desenho de embalagens químicas, Gonçalves da Intertank, responde que, de forma ainda lenta, o processo tem melhorado. “Temos participado ativamente junto à ABNT na criação da Norma Brasileira que regerá a fabricação de IBCs plásticos para o transporte de produtos inflamáveis. Isso será um grande avanço na legislação e na segurança operacional. O IBC metálico, especificamente aquele fabricado de aço inox, não apresenta qualquer restrição de segurança. Nisso estamos bastante tranquilos, pois nunca um cliente nosso perdeu o seu patrimônio por incêndio em equipamentos que ele tenha locado ou comprado de nós”.

As normas exigidas para uso de IBCs estão em sua maioria atreladas a produtos classificados como perigosos; são as certificações para transporte terrestre e marítimo, de classe II ou III, dependendo da necessidade do cliente, explica Cunha. “Além disso, as embalagens providas pela Schütz Vasitex possuem homologações conforme estabelecido na resolução ANTT 5232/16 (transporte terrestre) e no código IMDG e NORMAM-05/DPC (transporte marítimo), bem como em atendimento ao Regulamento de Avaliação da Conformidade, portaria Inmetro nº 250/06”.

Renata expõe que as embalagens disponibilizadas pela Embaquim são aprovadas para transporte de produtos não perigosos: “Temos, portanto, bastante liberdade na seleção e desenho das embalagens químicas. Antes da aprovação, os novos sistemas de embalagens são submetidos a testes de transporte que simulam as condições mais adversas das rodovias”.

Com relação ao reúso/reciclagem das embalagens, Gonçalves lembra que o aço inox é 100% reciclável e ecologicamente correto. O IBC metálico fabricado de aço inox tem vida útil longa e, quando se adiciona a tecnologia do antiestático, ele se torna ainda mais viável e sustentável.

Devido às dimensões continentais do país, o reúso de embalagens deve, de acordo com Renata, ser estudado com cautela, pois os impactos ambientais do retorno geralmente são maiores que a disposição para reciclagem. “90% de nossas embalagens são fabricadas em 100% polietileno, portanto facilmente recicláveis. Além disso, estamos sempre acompanhando as novas tecnologias e somos referência para o desenvolvimento de embalagens diferenciadas. Exemplo disso foi o lançamento em 2018 da bolsa de 1000 l high performance, que reduz em 53% a espessura do filme das bolsas de 1000 l tripla camada, indicadas para transporte a longas distâncias, com resistência mecânica superior”.

Cunha recorda que a Schütz Vasitex implementou no Brasil, há aproximadamente 20 anos, um sistema inovador e pioneiro de ciclo de vida fechado para embalagens plásticas industriais. Até então, as embalagens eram descartadas sem controle e conhecimento do fabricante do produto envasado.

Assim, promoveu-se a sustentabilidade em toda a cadeia de fornecimento, reduzindo os impactos ambientais das embalagens através da reciclagem. Para tanto, desenvolveu-se um sistema que rastreia a embalagem após o uso e acompanha a sua localização até o destino final; garante a coleta em todo o território nacional e torne a logística reversa economicamente viável e ainda possibilite que as embalagens sejam retornadas para serem recondicionadas para reúso, ou refabricadas, e retornadas aos clientes para um novo ciclo de vida. Atualmente, esse sistema é utilizado por grandes empresas para envase de líquidos industriais.

Química e Derivados, Renata: opções criativas para acondicionar produtos químicos
Renata: opções criativas para acondicionar produtos químicos

Investimentos – A Embaquim tem um programa de melhoria contínua implementado há anos que lhe permite sempre olhar para os processos buscando aperfeiçoamento. “Para 2018, pretendemos ampliar nosso parque industrial, verticalizando processos, o que nos permitirá oferecer ainda mais flexibilidade a nossos parceiros”, antecipa Renata.

A Intertank comunica que nunca deixa de investir na melhoria de qualidade e nem nas opções tecnicamente corretas. Seja do ponto de vista segurança como no ecológico. Gonçalves detalha as novidades em tecnologia de produtos e aplicação: “Sistemas modernos de rastreamento por satélite e controle de frotas ajudam a levar ao parceiro cliente a tranquilidade que ele necessita para aumentar os seus lucros”.

A Schütz Vasitex iniciou 2019 em um novo parque fabril de IBCs, que permitirá duplicar a sua capacidade produtiva. São três unidades distintas: uma para os IBCs lavados, recondicionados, reaproveitados; outra para os refabricados, produzidos de forma integrada (onde os não-reaproveitáveis são desmontados, seus recipientes plásticos contaminados são reciclados e as grades metálicas seminovas são reutilizadas e utilizadas na produção de IBCs novos); e a de produtos totalmente novos.

Este ano, a empresa também trouxe ao Brasil o novo tambor plástico produzido a partir de resina 100% reciclada, oriunda de embalagens industriais não-reaproveitáveis – o F1 Reco –, que congrega características de design e utilização idênticas ao mundialmente reconhecido Schütz F1. A nova máquina é dotada de avançada tecnologia de produção, inédita no Brasil.

Química e Derivados, Rosário: nova fábrica conta com tecnologia mais avançada
Rosário: nova fábrica conta com tecnologia mais avançada

A fábrica destinada a IBCs novos produz todo o portfólio global do grupo, principalmente os especiais, como os para alimentos (Foodcert), os antiestáticos (três camadas), os com barreira contra permeação e EVOH (seis camadas), e também o novo padrão de embalagens superlimpas, Cleancert. O Cleancert combina o padrão alimentício de segurança com as tecnologias de três e seis camadas, provendo aos mercados que exigem alto nível de pureza uma embalagem sem presença de silicone em sua composição, requisito imprescindível para diversos produtos, como tintas automotivas.

Fundada em Salvador-BA, em 1996, a Bomix concluiu, recentemente, a construção da sua nova unidade, em Simões Filho-BA. “É a mais moderna do mundo na fabricação de baldes industriais e aumenta em 50% a nossa capacidade de produção”, anuncia Rosário. “A Bomix se consolida, em 2019, como uma indústria 4.0”, destaca. “Com mais de 25 mil m2 de área construída, a fábrica é a maior da América Latina e possibilita a operação em tempo real por um sistema cyber-físico, de acordo com as exigências da produção. Nela são acomodadas, com o que há de mais moderno no mundo, todas as necessidades administrativas, operacionais, de produção e manutenção de máquinas, além da frota de logística. Equipamentos de última geração, áreas climatizadas e um rigoroso controle de qualidade cumprem as exigências necessárias às conquistas de importantes certificações internacionais e a excelência dos produtos”.

Linhas – A linha da Embaquim abrange desde embalagens para sabonete líquido e álcool gel de 800 ml até bolsas de 1000 l para produtos líquidos e pastosos. “Recentemente, oferecemos liners especiais para big bags, com característica de barreira a umidade ou mesmo propriedade antiestática; opções de embalagens de alta performance com redução na espessura final; e também uso de polietileno de origem renovável”, explica Renata.

A Intertank é uma empresa especializada em “soluções em tancagem de pequeno e médio porte”. Oferece serviços que cobrem todo o processo de utilização de IBCs metálicos confeccionados em aço inox. Desde lavagem, tratamento de resíduos, logística reversa, manutenção preventiva e corretiva, serviços com a colocação e retirada do liner antiestático interno, serviços de descarte do liner sujo.

É uma empresa certificada pelo Inmetro, como descontaminadores e inspetores, devidamente capacitada para realizar todos os retestes periódicos exigidos pela legislação pertinente: portaria 280 do Inmetro e resolução nº 5232 da ANTT e suas alterações.

O core business do grupo Schütz é o IBC plástico de mil litros, como informa Cunha. A organização é pioneira na fabricação de IBCs no mundo, detendo 64% do market share global, com 48 plantas produtivas nas principais regiões. Dedica cerca de 10% de seu faturamento líquido global, da ordem de € 2 bilhões/ano, à inovação, tecnologia, pesquisa e desenvolvimento. A variedade de IBCs pode ultrapassar 200 configurações distintas. Tem como seu produto secundário os tambores de 200 e 220 litros, tanto produzidos com material 100% virgem quanto a linha de material reciclado oriundo de embalagens industriais não reaproveitáveis.

A linha de baldes plásticos Bomix é “a mais completa”, assevera Rosário: redondos de 3,2 a 19,8 litros; e retangulares de 3,6, 12, 16 e 18 litros. São indicados, principalmente, para tintas imobiliárias. O galão premium é uma “embalagem moderna, resistente, totalmente plástica, de grande impacto visual e com diversidade de cores com rótulos in mold label, de qualidade fotográfica”.

Química e Derivados, Linha de baldes plásticos da Bomix tem modelos ergonômicos
Linha de baldes plásticos da Bomix tem modelos ergonômicos

O galão premium 3,6 litros não enferruja, não amassa, possui alça ergonômica e tampas que facilitam a abertura e o fechamento. Além de ser reutilizável, é 100% reciclável e empilhável. O galão 3,6 litros retangular é opção para ganho de espaço e armazenagem, além de facilitar a exposição nas prateleiras.

Os baldes de 14, 15, 16 e 18 litros apresentam “excelente custo-benefício e atendem todos os tipos de produtos, desde massa corrida à tinta”, declara o executivo. Os baldes de 18 litros retangulares são projetados para o uso do rolo de tinta, são ergonômicos e possibilitam o ganho de até 70% do espaço. Todos são decorados por in mold label.

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