Entidade mundial apoia operações offshore

Em nome dos prestadores de serviços marítimos de todo o mundo, gostaria de agradecer à Petrobras pelos desafios excitantes e inspiradores que ela propôs ao nosso setor durante sua longa história. A IMCA representa companhias de engenharia submarina, marítima e offshore, especialmente empreiteiros, que participaram de uma incrível viagem de aceleração de desenvolvimento tecnológico nos seus navios e equipamentos offshore e submarinos durante toda a evolução offshore da estatal brasileira.

Não há dúvida de que essa jornada extraordinária liderada pela Petrobras resultou em novas soluções técnicas que foram usadas primeiro nos campos da estatal, com enorme sucesso, para depois serem aplicadas em qualquer lugar do mundo, particularmente em regiões de águas profundas. A visão da Petrobras foi responsável por romper muitas “barreiras do som” tecnológicas.

O mergulho de saturação – chegando mais fundo do que qualquer outra nação, e indo além, até o estágio de 350 m – e o posicionamento dinâmico são duas áreas nas quais a Petrobras e a indústria brasileira são líderes mundiais, ao lado da produção flutuante, completações submarinas e amarrações, bem como todas as operações marítimas necessárias à instalação e suporte dessas tecnologias.

Sua influência nessas áreas, vital para a exploração em águas cada vez mais profundas, é visível por todos. A companhia também sabe muito bem quão importante é operar com seus empreiteiros – alguns locais, outros estrangeiros – para transformar planos em ações, e resultados. As frentes que eles abriram com sucesso precisam de parcerias bem-sucedidas.

Especialmente, a companhia desenvolve com destaque os seus campos usando uma filosofia de produção diferente da “norma comum”. Outras petroleiras perfuram e demarcam, mas a Petrobras acredita na produção antecipada por meio de FPSOs para ajudá-la a entender melhor o campo.

Dessa maneira, esse campo se torna rentável mais cedo, permitindo que soluções tecnológicas mais avançadas sejam construídas, instaladas e comissionadas mais tarde, com base nos dados reais de operação.

A combinação de produção antecipada, instalações flutuantes e submarinas aos desafios das águas profundas ajuda a demonstrar a importância dos empreiteiros na costa brasileira. Estamos orgulhosos dos contratados no setor marítimo (a IMCA representa mais de 400 empresas prestadoras de serviços entre seus mais de 850 membros em mais de 60 países), por eles terem contribuído para a Petrobras se firmar no papel proeminente em águas profundas, agregando todos os elementos e se certificando de operar ao máximo de capacidade, com eficiência e segurança, as técnicas de posicionamento dinâmico, mergulho e operação remota de veículos.

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O autor: o engenheiro civil Hugh Williams, presidente (CEO) da IMCA desde 2002, iniciou sua carreira em projetos de docas e portos e supervisão de sites (recebeu treinamento de mergulhador comercial), passando mais tarde para a Noble Denton, como consultor. Especializou-se em operações marítimas, incluindo rebocamento e instalações de plataformas offshore e operações com guindastes pesados. Atuou no setor em diversas atividades, entre elas relacionamento com órgãos reguladores e associações civis.
Williams se aposentará no final deste ano e será sucedido no IMCA por Chris Charman[/box_light]

Olhando à frente – Não há dúvida de que o Brasil é um dos lugares mais importantes do mundo em óleo e gás offshore, e continuará sendo por muito tempo ainda. O seminário anual de segurança e ambiente da IMCA, realizado em março de 2012, no Rio de Janeiro, nos colocou em contato direto com essa previsão. A palestra inicial, apresentada por Lauro Antônio Puppim, gerente de manutenção e inspeção submarina da Petrobras, salientou que os grandes desafios que se apresentam no futuro próximo se desdobram em três frentes: crescimento intenso, inovação e elevados padrões de sistemas de gerenciamento de segurança. Ele também destacou a importância de investir pesadamente na integridade dos ativos submarinos, recomendando a internacionalização e a importância da normalização, a troca de informação e conhecimento, e a disseminação desses costumes.

Falando sobre ritmo de crescimento, ele mencionou os números atuais da estatal – 12 navios de instalação sob contratos de longa duração, 15 barcos de apoio a ROVs, três embarcações de mergulho de saturação, 40 navios para manuseio de âncoras, 60 contratos de sondas e, apenas no ano passado, 14 mil mergulhos de superfície executados, além de 2 mil de saturação.

E ele ainda previu o aumento desses índices. Foi um começo excitante para dois dias de trabalho árduo, com grande interatividade. Muitos dos tópicos apontados foram novamente emressaltados durante o 20º Seminário Anual da IMCA, em Amsterdã, com o tema: “Operações marítimas e submarinas: uma cultura de sustentabilidade”, apontando que gerenciamento de segurança e sustentabilidade devem andar de mãos dadas.

É excitante pensar que esses futuros desenvolvimentos em águas profundas se apoiam principalmente em estruturas submarinas de ponta, aspectos que desafiam e recompensam nossa indústria inovadora. Certamente veremos a mobilização dos navios mais avançados do mundo para instalação de tubos (com frequência fora do Brasil).

É claro que esses projetos não serão completados apenas com os gigantes do setor naval. Eles também precisam de estudos de rotas e de uma variedade de navios de apoio (carregadores de tubos, sondas e operadores de ROV) operando ao lado da embarcação principal na hora da instalação. Avançando para a fase de interconexão das principais dutovias, é preciso considerar a infraestrutura submarina necessária (incluindo jumpers etc), na qual os barcos de instalação fazem seu papel, junto com os outros já mencionados. As sondagens também têm papel-chave no pós-instalação; e a partir daí, então, entramos nas atividades de inspeção reparo e manutenção (IRM), que se prolongam por toda a vida. Muitos desses serviços são prestados pelos membros da IMCA, dotados de expertise global.

Petroleo&Energia, Navio lançador de dutos ao lado de uma carretel de tubos flexíveis, Entidade mundial apoia operações offshore

Reforçando a IMCA – Cada aspecto da atividade de uma companhia associada recebe o apoio da IMCA, na forma de orientações de boas práticas para pessoal, equipamentos, procedimentos e operações. Publicamos mais de 200 documentos orientativos – disponíveis para download gratuito –, incluindo temas relevantes como DP FMEA, DP avaliação, Simops, mergulho, inspeção de embarcações, guindastes, levantamentos, ROV e sondagem. A América do Sul é considerada tão importante pelos nossos membros que muitos desses documentos foram traduzidos para o português da região e para o espanhol, e há outras versões sendo preparadas. As traduções disponíveis também podem ser baixadas sem custos em nosso site. Também publicamos materiais para promoção de segurança, divulgação de ocorrências, pacotes de competências, guias de empreiteiros e informações sobre atividades realizadas.

Posicionamento dinâmico (DP) – Os documentos orientativos da IMCA foram preparados para apoiar as em presas associadas a garantir operações seguras e eficientes. Um documentochave para DP é o “Guidelines for the design and operation of dynamics positioning vessels” (IMCA M 103, disponível em inglês, português do Brasil e espanhol latino-americano). Ele é revisto e atualizado regularmente para abranger os desenvolvimentos tecnológicos e conquistas operacionais.

Outros documentos de especial interesse incluem orientações para o desenvolvimento e condução de programas de exames anuais em embarcações de DP (IMCA M 190), Guidelines for annual DP trials for DP mobile offshore drilling units (IMCA M 191); International Guidelines for the Safe Operation of DP Offshore Supply Vessels (IMCA M182); Guidance on failure modes and effects analyses (FMEAs) (IMCA M 166) and FMEA management guide (IMCA M 178 – disponível em inglês, português e espanhol).

Um FMEA é a análise dos sistemas em qualquer nível de detalhe que seja necessário para evitar que alguma falha isolada cause um evento indesejado. Seus objetivos incluem a identificação de potenciais falhas de projeto e processo antes que elas apareçam, além de minimizar o risco de ocorrência da falha pela apresentação de mudanças de design ou, quando isso se mostrar impossível, indicar soluções de procedimentos.

A IMCA também tem relacionamento próximo com outras entidades (destacando a atuação como observadora na IMO, Organização Marítima Internacional), nas quais representa seus membros, coloca à disposição sua expertise e assegura que regulamentações nacionais ou internacionais e outros documentos industriais reflitam adequadamente o setor marítimo, sua tecnologia e a bem-sucedida autorregulação, quando relevante.

Uma variedade de documentos também recomenda a auditoria de navios de DP, ajudando a preparar formatos abrangentes que possam ser largamente adotados e reconhecidos pelos operadores marítimos e seus clientes, assegurando que esses aspectos fundamentais sejam observados e, mais tarde, melhorem a eficiência global da atividade. Notificações técnicas também são comissionadas, com o intuito de ajudar os operadores a rever, especificar, manter e usar uma ampla gama de sistemas de posicionamento, aceleradores, gerenciadores de potência e de sistemas navais e outros equipamentos.

Além disso, a IMCA mantém uma base de dados de incidentes com embarcações de posicionamento dinâmico, cobrindo mais de 25 anos. A associação recomenda vivamente a apresentação de relatórios por todas as companhias operadoras de navios DP. A cada ano, os relatórios recebidos são acolhidos e análises dos incidentes são publicadas, porém preservando a origem dos dados.

Por meio desses trabalhos, ajudamos a construir relações de causas comuns e riscos potenciais que podem ser atacados por meio do programa de trabalhos da associação e das discussões com operadores de navios, fornecedores de equipamentos e entidades de treinamento entre outros. Os resultados têm contribuído para manter a frota DP operacional, segura e bem-aceita pelos clientes e órgãos reguladores pela introdução de melhorias de  design,procedimentos e treinamentos.

Obviamente, grande parte dos trabalhos futuros no Brasil está em águas profundas e os navios para essas operações precisam ter posicionamento dinâmico.

Operações simultâneas (Simops) – O trabalho descrito acima, com muitos navios apoiando a embarcação principal de colocação de tubos ou barcos de instalação, requer Simops. A publicação Guidance on simultaneous operations (IMCA M 203) oferece orientações para todas as partes envolvidas nas operações simultâneas de apoio à exploração e produção de óleo/gás offshore, ou atividades relacionadas de construção e sondagem. A estrutura do documento revela a ordem das Simops, a partir do momento em que se verifica que duas ou mais operações marítimas devem ser desempenhadas simultaneamente, mediante planejamento, execução e gerenciamento. Os riscos associados às Simops podem ser eliminados, minimizados ou gerenciados com planejamento adequado, comunicação e supervisão.

Mergulho – A IMCA promove a atuação segura no setor de mergulho offshore. O trabalho cobre todos os aspectos dos equipamentos de mergulho, operações e pessoal relacionado a essas atividades. As décadas de experiência acumulada dos membros da IMCA ao redor do mundo foram agregadas em um conjunto extensivo de orientações para aprimorar operações seguras e eficientes em escala global.

A IMCA trabalha com uma pletora de organizações regulatórias para ajudar a compartilhar a experiência dos nossos membros, contribuindo para desenvolver normas e orientações adequadas, bem como facilitar a futura troca de experiências em boas práticas e informações de segurança na indústria.

O Código Internacional de Práticas em Mergulho Offshore da entidade (IMCA D 014) relaciona os pontos-chaves de orientação da divisão, oferecendo base segura para operações mundiais, em especial para locais desprovidos de regulamentações nacionais. O código foi adotado por companhias com atuação mundial, referendadas pelos clientes, implementadas pelos operadores e consideradas referência para reguladores e outras autoridades.

Dispor de um conjunto completo de equipamentos, adequadamente conservados, é essencial para garantir a segurança de uma operação de mergulho offshore. Oferecemos orientações sobre os equipamentos necessários, a maneira como eles devem ser inspecionados, testados, consertados e usados, e um complemento com dados e documentação de auditorias sobre todo e qualquer tipo de sistema de mergulho aplicado no setor offshore.

Tendo o equipamento, é preciso observar quem vai usá-lo. A segurança e o resultado das operações dependem de um time de indivíduos completamente treinados e dotados das habilidades requeridas para assumir cada aspecto crítico de segurança. A IMCA publica vários documentos de orientação e comanda várias iniciativas para apoiar os prestadores de serviços de mergulho, tornando-os capazes de recrutar, treinar e reter o pessoal habilitado.

Auditoria e inspeção de embarcações – No passado, clientes efetivos e potenciais requisitavam auditorias das embarcações que pretendiam contratar. Essa medida consumia muito tempo e dinheiro simultaneamente, e muitos operadores lutavam com as demandas que se apresentavam. O Documento de Inspeção Marinha Comum da IMCA (Common Marine Inspection Document – CMID) pretende reduzir o número de auditorias realizadas em cada embarcação mediante a adoção de um padrão comum de verificação em toda a indústria offshore.

Uma terceira parte competente e independente deve completar a auditoria, permitindo aos clientes considerar esses resultados em vez de requerer novas inspeções completas. Como um corpo normativo “vivo”, o CMID poderá ser mantido atualizado a bordo, a fim de reduzir o tempo de inspeção. O CMID é regularmente revisado e atualizado com base nos desenvolvimentos regulatórios e técnicos. O volume oito foi preparado por um grupo multi-industrial por meio de sugestões e indicações de empreiteiros (operadores de embarcações), locadores (companhias petroleiras, por meio da sua associação OGP), consultores e outras partes interessadas, durante workshops dedicados. O documento vem sendo completamente revisto e reescrito, adquirindo estrutura clara, incorporando atualizações para refletir avanços tecnológicos, operacionais e regulatórios. Orientações adicionais são prestadas sobre a competência dos inspetores.

O banco de dados do CMID facilita o compartilhamento de relatórios completos de CMID entre operadores e clientes, com um aplicativo e-CMID disponível para inspetores para que completem e carreguem seus informes em um formato comum. O registro está aberto gratuitamente para essas organizações que operam embarcanovembro/ dezembro 2012 – Petróleo & Energia 55 ções offshore, seus clientes e inspetores, sejam ou não membros da IMCA. O site www.imcacmid.com contém informações adicionais e registro on-line. Boletins periódicos do CMID mantêm os usuários permanentemente a par dos desenvolvimentos.

Guindastes e içamentos – Içamentos fazem parte de quase todas as operações offshore e submarinas. As orientações da IMCA ajudam a manter seguras as operações em todos os seus aspectos: planejamento dos trabalhos, especificação dos equipamentos e sua manutenção, comunicações, competências dos profissionais e promoção de práticas de segurança por todo o pessoal.

Na prestação de serviços marítimos, essas atividades englobam desde içamentos de instalações e sobressalentes até movimentações pesadas e complexas, com mais de 200 operações diferentes de içamento que podem ser efetuadas em um único navio. Cada uma delas traz a possibilidade de ferimentos aos profissionais e danos aos equipamentos, mas, com planejamento adequado, os perigos podem ser identificados e os riscos reduzidos ou eliminados.

A IMCA publica uma ampla gama de orientações para ajudar seus membros a efetuar essas operações da forma mais segura e eficiente. A Divisão Marítima coordena esses esforços, compartilhados com todos os membros da IMCA e publicações associadas. A entidade também trabalha com um grande número de terceiras partes para a troca de experiências e para contribuir com iniciativas de maior alcance.

Guidelines for Lifting Operations (IMCA M 187, disponível em inglês, português e espanhol) é o nosso documento mais destacado no campo dos içamentos, indicando procedimentos e critérios básicos para mostrar os componentes essenciais que devem ser incluídos nas práticas das companhias para operações de içamento e para oferecer conselhos sobre as etapas do processo que promovem segurança.

Também é de grande importância a seleção adequada do equipamento, além de assegurar que ele receba manutenção, inspeção e certificação adequadas. Por meio de vários documentos de orientação ligados a itens específicos de equipamentos, a IMCA ajuda seus membros a ter a certeza de que eles observam todos os ângulos que precisam ser considerados no planejamento, especificação, compra, manutenção e operação.

Sondagem offshore e ROV – Poderíamos seguir relacionando os documentos de orientação da IMCA, mas, por economia de espaço, sugiro que os leitores visitem nosso website e conheçam nossas publicações offshore. Guidelines for the use of multibeam echosounders for offshore surveys (IMCA S 003) está disponível em inglês, português e espanhol. Vejam também nossa ampla coleção de orientações para operações com veículos de operação remota (ROVs).

A seção América do Sul – As cinco seções regionais da IMCA proporcionam um ambiente para que os membros possam apontar problemas locais, formação de redes profissionais e, ao mesmo tempo, aprender e contribuir com o programa de trabalho global da associação.

A conexão com o Brasil está se tornando cada vez mais forte. Não se trata apenas de agradecimento por receber nosso seminário sobre segurança e ambiente, como citamos inicialmente, muito longe disso, uma vez que estabelecemos nossa seção sul-americana há três anos. Assim como as outras quatro seções, que atendem os nossos membros na Ásia- Pacífico, América do Norte e Central, Europa e África, e Oriente Médio e Índia, a seção sul-americana mantém encontros trimestrais entre membros para discutir o trabalho global da IMCA e problemas locais, ao lado de apresentações de convidados a respeito de uma ampla variedade de tópicos relevantes à região. Essas apresentações são abertas também aos não associados. Esses procedimentos permitem aos membros conhecer mais e apoiar o programa global da associação.

Os membros de cada região elegem representantes para atuar nos comitês da associação que dirigem o programa de trabalho global. Eles também organizam encontros de subgrupos regionais para lidar com problemas próprios do local e informar aos demais associados sobre as atividades dos comitês que possam ser úteis para os membros.

A Petrobras tem sido membro da IMCA por vários anos e copatrocinou o seminário anual no Rio de Janeiro em 1998 e também em 2009, logo antes do estabelecimento da seção regional, quando o seminário teve o tema muito adequado: Operações marítimas integradas em tempos desafiadores. Isso sem dúvida ajudou a estabelecer o trânsito de duas mãos de conhecimentos entre Brasil e o resto do mundo, e foi muito útil para o lançamento de nossa campanha para alertar sobre o papel da IMCA para um número crescente de organizações nacionais e internacionais com operações offshore no país.

A seção se envolveu profundamente no planejamento do seminário de 2012 sobre segurança e ambiente, e ficamos mais felizes por contarmos com um número maior de participantes para o encontro de dois dias em 2012 do que em qualquer outro ocorrido durante os 12 anos de vida da entidade. Foram mais de 180 presenças, das quais mais de 40 vieram da Petrobras ou demais clientes; e 70% deles nunca tinham participado de algum evento da IMCA em qualquer lugar do mundo. Assim, nós certamente atingimos o objetivo a que nos propusemos há três anos, quando criamos a seção sul-americana para angariar a atenção e o reconhecimento para a IMCA, seus propósitos e objetivos.

Agradecemos à Petrobras pela inspiração contínua para os empreiteiros marítimos, para que eles pensem constantemente “fora da caixa” e desenvolvam novas e inovadoras maneiras de aprimoramento, que garantam bem-sucedidas e seguras produções de óleo e gás. Buscamos um futuro muito produtivo juntos, tanto para nossa associação quanto para nossos membros.

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