Energia solar no agronegócio, melhor momento

"Uma solução infinitamente mais barata e tão eficiente quanto uma hidrelétrica”, afirma Mário Campogrande, diretor Financeiro da Solarprime

Além de limpa, a energia solar oferece muitos benefícios para o agronegócio. Desde a economia da conta de luz até o aumento e auxílio na produtividade, pois a fonte energética permite maior eficiência na estrutura do negócio. Há pouco tempo a energia solar era muito cara, mas no decorrer do tempo, os equipamentos ficaram mais baratos e acessíveis. Hoje, a economia nas contas de energia pode chegar a 95%, o que permite o produtor a investir em outros segmentos e aumentar a sua lucratividade e eficiência no funcionamento da empresa no campo. Além disso, não gera ruídos, nem mesmo poluição. Usada para muitas atividades, a energia solar ganha destaque no aquecimento de água e de ambientes, bem como para processos industriais. 

Estima-se que em 2024, o Brasil tenha, aproximadamente, 887 mil sistemas de energia solar conectados às redes de distribuição. De acordo com informações da Associação Brasileira de Energia Fotovoltaica (Absolar), o país atingiu os 14 gigawatts de capacidade instalada, potência igual à da Usina Hidrelétrica Binacional de Itaipu, com tendência de aumentar. “Para que o Brasil possa crescer no desempenho esperado, o país vai precisar gerar a mais de energia o equivalente a uma hidrelétrica de Itaipu por ano”, afirma Mário Campogrande, diretor Financeiro da Solarprime. “Uma solução infinitamente mais barata e tão eficiente quanto uma hidrelétrica é a construção de sistemas de energia solar, o que traz impactos extremamente positivos para a economia brasileira. Já trabalhamos nisso, mesmo durante a pandemia, o setor de energia solar demonstrou um crescimento de mais de 60% no país”, destaca. Tanto clientes quanto investidores perceberam quão vantajoso é o custo-benefício deste produto.

Bom investimento

Há muitos benefícios para os negócios rurais com o uso da energia solar. Por exemplo, os baixos custos das manutenções preventivas e corretivas. Mesmo com uma produção de cerca de 12 horas por dia, a energia solar requer pouca manutenção a um custo muito baixo. Além disso, reduz os custos com irrigação, já que muitos processos utilizam uma grande quantidade de energia. A autonomia energética permite que os produtores não precisem mais depender de outras fontes, como a rede de energia elétrica. É possível, hoje, que os produtores tenham acesso a diversos modelos e tipos de geração de energia solar.

Este tipo de tecnologia pode até mesmo otimizar a pecuária, com resfriamento para alimentos ou cercas elétricas para controle de gado. “Uma pequena ou grande usina de energia solar para o campo reduz os custos com eletricidade em todos os meios de produção no agronegócio, gerando uma economia estratégica para o produtor rural por pelo menos 25 anos”, afirma Sandro Cubas, sócio da Solarprime. Além de agregar valor sustentável ao negócio, a energia excedente produzida por um sistema de energia solar alimenta a rede elétrica da região, ajudando também todos os outros produtores locais. Para colocar um sistema de energia solar num aviário de pequeno a médio porte, o custo fica em torno de R$ 300 mil, para um consumo de energia elétrica que gira em torno dos R$ 6 mil a R$ 7 mil por mês. 

Melhor momento

De acordo com dados da Absolar, o ano de 2022 é o melhor momento para investir na tecnologia de geração de energia solar. As previsões de aumentos nas contas de luz no período de transição previsto na lei, permite a manutenção das regras atuais até 2045, inclusive para os que aderirem ao sistema até 7 de janeiro de 2023, o que significa que não pagarão taxas de uso da rede. O executivo da Solarprime acrescenta que, além disso, existem linhas de financiamento, específicas para o agronegócio, com baixas taxas de juros.

https://solarprime.com.br/

https://www.absolar.org.br/

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