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Eficiência energética: Fazer mais com menos no consumo residencial

Entre as ações de eficiência energética, consumidores devem optar pelos eletrodomésticos e eletroportáteis com selo Procel, categoria A e B.

Com a variação de bandeiras tarifárias, o consumidor tem comprometido uma parte considerável da sua renda na conta de energia. Somos um dos países que mais consomem energia no mundo.

Segundo a AIE (Agência Internacional de Energia), o Brasil é o décimo maior consumidor de energia. Só nos últimos 10 anos, o país aumentou em 38% o consumo, sendo que a média mundial é de 30%. Este cenário é responsável por colocar em pauta a democratização da importância da eficiência energética, ou seja, a utilização racional de energia, principalmente nas residências, onde o consumo tem grande representatividade e pode ser mais controlado.

Para os que ainda desconhecem o termo, o conceito de  eficiência energética, consiste em empregar de modo eficiente a energia, não apenas para reduzir os custos, mas para contribuir com ações sustentáveis para um planeta cada vez mais populoso e com possíveis focos de escassez de recursos naturais, a estimativa é que o planeta terra atinja ainda esse ano a marca de 8 bilhões de pessoas.

eficiência energética
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Embora o termo dê ares de complexidade para os consumidores finais, a prática está em entender como se comporta o consumo de energia elétrica. Existem  eletrodomésticos e eletroportáteis que consomem mais e menos energia. O modo stand-by, por exemplo, também são vilões no consumo e podem atingir gastos de energia igual ou semelhantes do aparelho em uso. Estudos apontam que o modo chega até 12% do consumo total de energia Entre os aparelhos que mais consomem energia nas residências estão:

  1. Fogão e forno elétrico;
  2. Chuveiro e torneira elétrica;
  3. Secadora de roupas;
  4. Máquina de lavar louça;
  5. Forno de micro-ondas;
  6. Ar-condicionado;
  7. Aspirador de pó;
  8. Máquina de lavar roupa;
  9. Ferro de passar roupa.

Em contra partida, entre os dispositivos eletrônicos que menos consomem, estão:

  1. Lâmpadas de LED;
  2. Liquidificador;
  3. Notebook;
  4. Televisão.

Independente dos que mais consomem ou não, deve-se sempre considerar as indicações do selo Procel de consumo presente nos aparelhos.

No que se refere às medidas tomadas pelo consumidor, a curto prazo  a sugestão é fazer a substituição de dispositivos de iluminação por outros mais eficientes (lâmpadas eficientes, luminárias com melhor refletância, reatores eletrônicos, sensores de presença, temporizadores, entre outros), monitorar os aparelhos em stand-by, aproveitar a iluminação natural por mais tempo, além de investir em automação, que permite maior controle e qualidade dos equipamentos elétricos, entre outros;

A logo prazo estão os recursos disponíveis para reúso e captação de água da chuva, substituição de energia elétrica por solar, reaproveitamento de energia, entre outras tecnologias que vem ganhando espaço no mercado de energia.

Adotar medidas sustentáveis é investir em eficiência energética e beneficiar toda uma cadeia, principalmente a que envolve os recursos naturais e a redução de gases poluentes, sem contar na economia no bolso do consumidor.

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