Brasil Offshore: Vitrine do setor exibiu novidades

SERGLOBAL

BR-OFF-Serglobal_Guilheme-Rosenthal , Petróleo & Energia ©QD Foto: DivulgaçãoOutra estreante na Brasil Offshore foi a Serglobal, subsidiária responsável pelos negócios voltados ao mercado de Offshore da Sertrading, especializada em comércio exterior. O objetivo da empresa, segundo o gerente Guilherme Rosenthal, foi reforçar as discussões sobre novas tecnologias de produção e soluções que potencializem o setor offshore no Brasil.

No estande, a Serglobal expôs um contêiner DRY, no tamanho de 8 x 6 x 8 pés, com certificação que atende às normas da DNV 2.7-1, além de mostrar, logo na entrada da feira, o Contêiner Reefer com Placas Eutéticas, composto de compressor, condensador e placas, substituindo o tradicional evaporador. “Trata-se de um sistema simples com menos peças móveis do que o tradicional e, portanto, menos sujeito a quebras”, destacou Rosenthal.

“Nosso foco estará em mostrar que a venda de contêiner vai além da entrega do produto e, por isso, nos preocupamos em ter uma equipe que atua em todos os processos”, concluiu. A holding Sertrading, que tem seis escritórios no Brasil, filiais na China e na Argentina e mais de 350 funcionários, gerencia mais de 25 mil processos por ano e conta com mais de 100 clientes ativos em sua carteira.

SH

BR-OFFAntônio-Junior_SH , Petróleo & Energia ©QD Foto: DivulgaçãoLíder nacional em fornecimento de formas para concreto, andaimes e escoramentos metálicos para o mercado de construção civil, a SH levou mais uma vez as modernas plataformas de trabalho aéreo (PTAs) para mostrar ao público da feira. O equipamento exposto foi o dispositivo mecânico da Terex, da marca Genie, utilizado para pessoas ou equipamentos em áreas de difícil acesso.

Segundo o Estudo Sobratema do Mercado Brasileiro de Equipamentos para Construção, foram comercializados, nos últimos cinco anos (2008-2012), 16.510 desses equipamentos em todo o território nacional. De olho neste mercado em plena expansão, a SH Equipamentos de Acesso investiu R$ 3 milhões no final do ano passado para a compra das plataformas aéreas e, em apenas três meses, superou a meta de “ocupação” (taxa de locação de máquinas) do mercado − que é de 70% −, chegando a ter 80% de suas máquinas locadas durante o mês de março.

Antônio Junior, gerente da unidade SH no Rio de Janeiro, explica que com um cenário tão favorável estão previstos novos investimentos ainda este ano. “Tínhamos uma meta estabelecida e conquistamos o resultado esperado em apenas três meses. Com isso, já estudamos aumentar o investimento inicial, de olho na demanda crescente”, afirmou.

Com 40 anos no mercado, a empresa possui 14 unidades instaladas em dez estados (São Paulo, Ceará, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Distrito Federal, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Sul, Espírito Santo e Bahia).

SKF

BR-OFF-SKF_Donizete , Petróleo & Energia ©QD Foto: DivulgaçãoCom uma ampla linha de produtos e serviços e a instalação de um centro de inovação tecnológica em serviços, a SKF mostrou que pretende ser um páreo duro neste mercado em que a competição é acirrada, mas demanda intensivamente tecnologia. O centro de inovação no Rio de Janeiro, que visa a aumentar a pesquisa e o desenvolvimento de soluções para o setor de óleo e gás, foi divulgado no estande da empresa, que expôs sistemas de inspeção para operadores, de proteção para turbomáquinas, software para monitoramento de condição, sistemas de lubrificação, vedações, calços calibrados e rolamentos.

“A criação da Lei do Bem, por meio do plano Brasil Maior, vai ajudar a aumentar a competitividade da indústria no país”, explicou Donizete Santos, presidente da SKF do Brasil, explicando a escolha da capital fluminense para sediar um centro de inovação tecnológica em serviços. Os valores do investimento e o local definitivo da instalação estão na fase final de definições.

A empresa pretende criar soluções específicas para as demandas do segmento nesta Solution Factory (fábrica de soluções). “Estamos falando não só dos produtores de petróleo, mas de toda a cadeia que faz parte desse setor. Podemos ajudar com nossa equipe, altamente especializada em engenharia avançada e com tecnologia de ponta, para eliminar desperdícios e reparar danos industriais. Estamos de olho nessas oportunidades”, afirmou, lembrando que a companhia já tem 17 unidades desse gênero espalhadas pelo mundo, incluindo a instalada no Complexo Industrial de Cajamar, em São Paulo. A meta da companhia é fazer com que as duas unidades de serviços industriais passem a representar 20% dos negócios da divisão de serviços industriais no país a partir de 2015. “Pretendemos expandir nossa atuação e atender as principais indústrias do país”, concluiu.

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