Aerogeradores – BNDES fiscaliza índice de nacionalização e estimula a fabricar mais no país

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Segundo o jornal Valor Econômico, cinco empresas teriam sido descredenciadas do Finame pelo BNDES por não atingirem o conteúdo nacional de 60% na produção de seus aerogeradores: a dinamarquesa Vestas, as alemãs Fuhrländer e Siemens, a indiana Suzlon, e a espanhola Acciona. O descredenciamento aconteceu depois de auditorias de rotina do BNDES. Procurada por essa reportagem, a instituição financeira não se pronunciou a respeito, mas detalhou como funciona o mecanismo de funcionamento (veja matéria principal). Com o descredenciamento das cinco citadas acima, permanecem no Finame outros seis fabricantes, grupo que inclui a americana GE, a argentina Impsa, a espanhola Gamesa, a francesa Alstom, a alemã Wobben e a brasileira WEG.

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A Semikron não faz parte dos players fabricantes diretos de aerogeradores, mas atua fortemente no setor, segundo Edelweis Ritt, presidente da corporação. A unidade Solutions da multinacional alemã, localizada em Carapicuíba-SP, foi preparada para quem quer produzir no Brasil e não tem unidade industrial pronta. Ela já tem feito isso, produzindo equipamentos de 2 MW sob encomenda. Para ampliar essa atividade, a fabricante reestrutura seu prédio fabril, com o reposicionamento da expedição de saída de material para um local mais estratégico, para lidar com os grandes equipamentos que poderão ser adicionalmente manufaturados na instalação.

“Temos alguns projetos na área de energia eólica utilizando esse modelo”, lembra a executiva, que destaca que a eletrônica de potência do conversor, área de excelência da empresa, responde por 5% a 6% do custo do aerogerador. No caso da Semikron, a participação maior no setor começou com a inserção de sua tecnologia principal embutida nos equipamentos. Pelos contratos assinados, ela não terá marca própria e produz em regime de OEM. Independentemente de fabricar ou não aerogeradores ou apenas fornecer a eletrônica de potência, a empresa avalia que o segmento eólico represente entre 15% e 20% de seu faturamento atual.

 

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