Aerogeradores – BNDES fiscaliza índice de nacionalização e estimula a fabricar mais no país

Os fabricantes de aerogeradores com negócios no Brasil têm tudo para contestar o velho ditado de que ninguém vive de vento. Pelas estatísticas da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), o país teria 1.342 desses equipamentos instalados até agosto deste ano, distribuídos em 71 parques. Até 2017, outros 5 mil poderão ser acrescentados, adicionando cerca de 2 GW de capacidade de geração anual à matriz energética. Todos esses dados, no entanto, precisam ser tomados com cuidado, pois há algumas pedras no meio do caminho, sendo a principal delas a interligação dos parques à rede de transmissão nacional de energia elétrica. De acordo com reportagem de O Estado de S.Paulo, publicada no último dia 30 de setembro, as obras de interligação de metade dos parques ainda não foram realizadas, portanto parte dos aerogeradores está parada neste momento.

É preciso lembrar que esse atraso atinge os parques eólicos licitados no leilão A-3, de 2009, que previa a ativação dos projetos ainda este ano. Embora eles estejam prontos, a transmissão – licitada separadamente – não conseguiu atender os seus prazos. Responsável por essas obras, a Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf), estatal do grupo Eletrobras, não teria iniciado algumas delas, de acordo com o jornal paulista. O mesmo veículo informa que especialistas do setor preveem a interligação somente para julho de 2013. Além dos parques leiloados em 2009, é provável que o atraso afete também o leilão A-3 de 2010, amplificando o problema, uma vez que o cronograma inicialmente estabelecido, neste último caso, para setembro de 2013, só deverá ser realizado, provavelmente, em janeiro de 2015.

Para Eduardo Lopes, superintendente Comercial da Wobben, fabricante de aerogeradores, pás e torres, o segmento eólico tem sido afetado pelo cenário geral do setor elétrico. Isso incluiria desde a redução do crescimento econômico e até a renovação das concessões no setor de transmissão. “Vivemos um momento de espera”, informa. Para ele, a consolidação de uma política anual de leilões daria mais estabilidade ao setor e seria uma das formas de fortalecê-lo. Acrescente-se à avaliação do executivo um terceiro fator: o realinhamento dos fabricantes de aerogeradores no mercado brasileiro. Para os entrevistados ouvidos nesta reportagem, a demanda local de equipamentos acomodaria os 11 players atuais. Airton Silveira, assessor da diretoria da Eletrosul, avalia que encomendas anuais médias entre 150 MW e 180 MW para cada um deles tornariam viáveis sua atuação no país. “Obviamente, uma carteira de 500 MW/ano seria mais confortável”, completa.

Esse realinhamento, por outro lado, passa por um crivo importante: o credenciamento do BNDES para acesso ao Finame (Agência Especial de Financiamento Industrial do BNDES). Cinco fabricantes teriam sido descredenciados por não atingirem os 60% de conteúdo nacional determinados pela instituição financeira. Sobre esse processo o banco não se pronuncia, de forma que as informações disponíveis são as publicadas pelos jornais de grande circulação e sites especializados (veja quadro). Petróleo e Energia, no entanto, entrevistou Luís André Sá D’Oliveira, gerente do Departamento de Energias Alternativas do BNDES, setor responsável pelos financiamentos no segmento eólico. O executivo explica que o critério de conteúdo nacional compreende 60% do peso e mesmo percentual do valor em relação ao aerogerador (e outros equipamentos cujos fabricantes queiram submeter ao Finame). “A determinação do conteúdo precisa atender aos dois requisitos paralelamente”, ressalta. Com isso, um equipamento com 61% de seu peso fabricado no Brasil, mas cujas notas fiscais de importação indiquem que 59% do seu valor veio de fora, não será considerado apto para financiamento.

A dupla checagem atenderia a meta de desenvolver a cadeia produtiva do aerogerador no Brasil. Isso não impede que o fabricante terceirize parte de sua produção, desde que atenda às regras do Finame. “Quando os projetos chegam até a minha área, essa questão de credenciamento já foi resolvida”, explica Oliveira. Ele destaca que os aerogeradores respondem por entre 65% e 70% dos valores financiados num parque eólico, mas acrescenta que o Finame também pode ser ativado para financiar o projeto como um todo, incluindo máquinas e equipamentos para as obras civis, parte de conexão elétrica e sistema de transmissão, entre outros. “Financiamos todos os gastos nacionais, sendo o aerogerador o mais crítico”, argumenta.

Petróleo & Energia, Airton Silveira, Assessor da diretoria da Eletrosul, Aerogeradores - BNDES fiscaliza índice de nacionalização e estimula a fabricar mais no país
Silveira: Eletrosul exigiu que fornecedor entrasse no projeto

O histórico de desembolso do BNDES na área eólica começa em 2006, com o Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa), modelo adotado antes dos atuais leilões. Considerando todos os financiamentos para o segmento, a instituição avalia que assinou contratos no valor de R$ 7,7 bilhões, o que corresponderia à capacidade de geração de cerca de 2,6 GW. Outros 370 MW estariam em processo de assinatura, somando R$ 770 milhões. Com isso, o banco tem uma participação – via Finame – em aproximadamente 3 GW de capacidade de geração eólica no Brasil. “Há diversas outras operações em análise e enquadramento ou que acabaram de ser enquadradas”, explica Oliveira. Esse segundo bloco envolveria 2,4 GW de capacidade e cerca de R$ 6 bilhões em desembolsos (que seriam feitos em cerca de um ano). Grande parte do valor ainda não desembolsado, como se viu, será direcionado para o financiamento dos aerogeradores.

A modalidade de financiamento é o project financing, que envolve fiança pessoal do controlador na fase de construção. Quando entra em operação, o próprio parque eólico se torna a garantia. “Ao receber o desembolso do Finame, o parque automaticamente passou por um crivo rígido, avaliando vários fatores, inclusive a existência de contratos de longo prazo”, explica o executivo do BNDES, lembrando que o período médio de financiamento no caso dos projetos eólicos tem sido de 16 anos. Além desse critério inicial na fase pré-operacional, a instituição analisa a capacidade do empreendedor, tanto de aportar recursos próprios quanto em relação ao conhecimento específico do setor, entre outros dados. “Várias análises são empreendidas para validar os estudos apresentados pelos empreendedores, caso do histórico de ventos e de todas as licenças normais para operação do parque”, complementa Oliveira.

Petróleo & Energia, Élbia Melo, Presidente da Abeeólica, Aerogeradores - BNDES fiscaliza índice de nacionalização e estimula a fabricar mais no país
Élbia: fábricas locais poderão suprir a demanda regional

De acordo com ele, 90% dos parques financiados pelo BNDES têm contratos assinados no mercado cativo, de longo prazo. A média de financiamento depende de cada projeto, mas oscila entre 65% e 70%, tendo como limite máximo 80%. Isso significa que um parque eólico com equipamentos estimados em 100 milhões poderia ter até 80 milhões financiados pela instituição. Com seis anos de operação nessa área, o BNDES não registra nenhuma inadimplência. Para o gerente do Departamento de Energias Alternativas, esse índice reflete a eficácia do filtro de avaliação dos projetos, processo que dura em média entre seis e oito meses.

Essa avaliação não envolve a validação de conteúdo nacional, etapa realizada anteriormente e por outra área do BNDES. “Temos um departamento completo, com cerca de 30 profissionais entre economistas, engenheiros e contabilistas que se dedicam à avaliação dos dados apresentados pelos empreendedores”, adianta Oliveira. Para analisar temas específicos, a instituição contrata consultorias internacionais e brasileiras. Nesse caso, a checagem também é dupla. Como a performance de determinado fabricante de aerogerador em determinada condição de terreno, região e vento pode influenciar o êxito do projeto, pelo menos duas consultorias independentes se encarregam de fornecer ao BNDES sua avaliação.

Ciente do quadro de acomodação do setor, a presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), Élbia Melo, avalia que o descredenciamento feito pelo BNDES é um processo normal do banco e que os fabricantes estão procurando se adaptar a ele. “Temos diferentes níveis de maturação na produção local de aerogeradores”, diz. “Antes da explosão do setor, em 2009, tínhamos apenas dois fabricantes com presença local, a alemã Wobben e a argentina Impsa, sendo a primeira especializada em energia eólica e a multinacional argentina um grande conglomerado com operações em outras áreas”, relata.

Petróleo & Energia, Aerogeradores - BNDES fiscaliza índice de nacionalização e estimula a fabricar mais no país
Içamento de rotor na montagem do parque de Cerro Chato-RS

Segundo ela, os leilões realizados a partir de 2009 mudaram o cenário, atraindo vários players internacionais com ou sem presença no país. A crise europeia e a proteção dos mercados indiano e chinês amplificaram a importância do Brasil como oportunidade para a venda de aerogeradores. “Cada um deles está num estágio diferente, dependendo do tempo que aportaram no país e da estrutura que possuem localmente”, enfatiza. Ao lado das duas primeiras – Wobben e Impsa – os empreendedores brasileiros do setor eólico passaram a ser atendidos por fabricantes com presença local, embora em outros segmentos, caso da Alstom, da GE e da Siemens. Ao lado delas, outras companhias como a indiana Suzlon, a dinamarquesa Vestas e a espanhola Acciona resolveram entrar na briga.

Para Élbia, a cadeia de suprimentos também começa a ser aprimorada e deve pesar favoravelmente no atendimento dos 60% de conteúdo nacional requeridos pelo BNDES. “Não contestamos as exigências porque o setor precisa trazer benefícios para o país. Como o financiamento agrega vantagens diferenciadas, a primeira coisa que um fabricante internacional faz ao entrar no mercado brasileiro é procurar se enquadrar no Finame, estabelecendo prazos para a construção de fábrica local”, argumenta.

Dada a localização dos parques eólicos – atuais ou em projeto –, Élbia avalia que as instalações dos fabricantes devem se concentrar o mais proximamente possível deles. A logística de construção já dita até mesmo a adoção de torres de concreto ao lado das estruturas metálicas para suportar os aerogeradores.

Além da estratégia de atendimento do mercado brasileiro, a presidente da Abeeólica enxerga um horizonte mais amplo para os fabricantes de aerogeradores: a transformação do Brasil num hub ou concentrador de players para suprir a América Latina. Isso independentemente de os produtores locais fazerem o processo completo, caso da Wobben, ou se concentrarem em determinada etapa, como acontece com a maioria deles. Nesse último modelo, as empresas focam na produção da parte principal do aerogerador, comprando pás e torres, entre outros sistemas, de parceiros. O país, aliás, tem um dos fornecedores globais na área de pás, a Tecsis, o que realça a estratégia de criação do hub citado por Élbia.

“É por isso que acreditamos na absorção e no espaço para os onze players atuais. Outros países e regiões estão investindo em projetos eólicos. Na América Central, embora cada nação apresente uma demanda pequena, o conjunto é representativo”, explica. Mesmo países como Chile e Argentina, que possuem mercados atrativos, não têm a escala equivalente à brasileira, o que nos beneficiaria como sede de fabricantes de aerogeradores e no estabelecimento de uma cadeia produtiva para o segmento. O desenvolvimento de equipamentos mais adaptados às condições locais é outro fator que favorece a base brasileira. Élbia cita a recente entrada da WEG nesse mercado, com uma tecnologia que poderá atingir um índice de nacionalização de 80%.

Petróleo & Energia, Eduardo Lopes, Executivo, Aerogeradores - BNDES fiscaliza índice de nacionalização e estimula a fabricar mais no país
Lopes: pás eólicas são produzidas em Pecém(acima)

De acordo com a empresa catarinense, a construção do primeiro protótipo já foi iniciada, os testes de campo e a certificação da turbina devem ocorrer em meados de 2013, com cada aerogerador previsto para ter capacidade de 2,3 MW. “A WEG está entrando neste mercado com um produto desenvolvido para as condições locais de geração de energia eólica, que exigem soluções específicas”, diz Harry Schmelzer Jr., diretor-presidente da fabricante brasileira em comunicado oficial. Nesse caso, ela se aliou à espanhola M. Torres Olvega (MTOI), criando uma joint venture que já tem contrato assinado com um parque eólico no Nordeste, cuja capacidade total seria de 90 MW, e que adotaria os novos aerogeradores adaptados às condições de vento da região. Infelizmente, a empresa não adianta outros detalhes.

Mais receptivas à reportagem, Wobben, Alstom e Semikron confirmam a avaliação da Abeeólica sobre a criação de uma cadeia local para a energia eólica. Eduardo Lopes, executivo da multinacional alemã, a mais antiga fabricante no país, explica que o modelo da empresa, com o estabelecimento de três fábricas complementares, permite que os cronogramas na área eólica sejam cumpridos. Ela distribui sua produção entre Sorocaba- SP (fabricação de aerogeradores), Pecém-CE (pás) e Parazinho-RN, onde está a linha de produção das torres de concreto. A cadeia de suprimento local nos três estados inclui 1,7 mil fornecedores credenciados, exigindo contar com um programa específico de desenvolvimento de parceiros, segundo Lopes.

Petróleo & Energia, Aerogeradores - BNDES fiscaliza índice de nacionalização e estimula a fabricar mais no país
Linha de produção de eletrônica de potência

O histórico da Wobben permitiu que ela atingisse 1 GW de capacidade instalada nos vários projetos em que é dona da tecnologia no Brasil e em outros países da América Latina. Outra marca é a operação de mais de 14 anos em usinas eólicas em Mucuripe, no Ceará, em condições agressivas de salinidade e temperatura. “Já temos um know how em tropicalização”, defende Lopes. Outra adaptação citada por ele, reforçando o modelo local, é a desativação do sistema de degelo para pás, recurso que não faz sentido instalar no Brasil, mas que precisa ser adotado para algumas regiões da Argentina, por exemplo.

Ele avalia que, sem esse conhecimento, a empresa não poderia fechar os contratos de manutenção dos parques, garantindo uma disponibilidade técnica de 97%, desde que haja vento suficiente para mover os aerogeradores. Como os contratos envolvem mão de obra regional, Lopes revalida a criação da cadeia de suprimentos para o setor e vê como positiva a iniciativa do BNDES em descredenciar quem não atenda os conteúdos de nacionalização. “É um tratamento equânime. Na verdade, deveria haver até o inverso: quem supera os níveis de nacionalização deveria ser bonificado com condições financeiras melhores”, argumenta.

Não tão antiga nessa área como a Wobben, a Alstom entrou agressiva no mercado brasileiro: sua fábrica localizada em Camaçari-BA, com capacidade nominal de produção para 300 MW em aerogeradores, implantou o segundo turno para poder entregar até 600 MW. De acordo com Marcos Costa, presidente da Alstom Brasil, o incremento da fábrica inaugurada em novembro de 2011 é resultado do crescimento do segmento eólico no país. O executivo aposta na diferenciação tecnológica para ocupar espaço, com destaque para o conceito Pure Torquer, um exclusivo projeto mecânico que protege o multiplicador e demais componentes ativos de receber esforços excepcionais oriundos da estrutura do aerogerador. “Nosso modelo ECO 122 gera 2,7 MW e possui o maior diâmetro de rotor dos diversos modelos de aerogeradores da plataforma ECO100”, detalha.

Petróleo & Energia, Edelweis Ritt, Presidente da corporação, Aerogeradores - BNDES fiscaliza índice de nacionalização e estimula a fabricar mais no país
Edelweis pode fabricar geradores para terceiros

A investida local da Alstom envolve o contrato para fornecer os aerogeradores aos novos parques eólicos da Casa dos Ventos, no Rio Grande do Norte, no valor aproximado de R$ 230 milhões, que inclui 68 equipamentos, além da operação e manutenção das instalações de 180 MW de capacidade. Ainda nesse ano, a multinacional já tinha assinado outro contrato de porte, equipando quatro parques da Odebrecht Energia: Corredor do Senandes II, III e IV e Vento Aragano I, localizados no Rio Grande do Sul e totalizando 108 MW. Nesse caso, a empresa fornece, instala e comissiona 40 aerogeradores com capacidade unitária de 2,7 MW. Além dos aerogeradores, a Alstom será responsável pelo fornecimento e montagem dos sistemas elétricos e subestações de todo o complexo, um contrato quase turn-key.

Dois outros grandes projetos formam o histórico da fabricante no Brasil: o primeiro é um complexo de R$ 200 milhões da Brasventos, no qual a multinacional entra com o fornecimento e a manutenção para três parques eólicos no Rio Grande do Norte. Formalizado em 2011, ele foi antecedido pelo projeto de Brotas-BA, assinado com a Desenvix, subsidiária do grupo Engevix. Composto por três parques eólicos, a instalação adota 57 aerogeradores com capacidade de 1,67 MW cada. Assim como em outras iniciativas, a Alstom assume a operação e a manutenção do conjunto – nesse caso, por um período de dez anos.

[toggle_simple title=”Cinco fornecedores perdem finame” width=”Width of toggle box”]

Segundo o jornal Valor Econômico, cinco empresas teriam sido descredenciadas do Finame pelo BNDES por não atingirem o conteúdo nacional de 60% na produção de seus aerogeradores: a dinamarquesa Vestas, as alemãs Fuhrländer e Siemens, a indiana Suzlon, e a espanhola Acciona. O descredenciamento aconteceu depois de auditorias de rotina do BNDES. Procurada por essa reportagem, a instituição financeira não se pronunciou a respeito, mas detalhou como funciona o mecanismo de funcionamento (veja matéria principal). Com o descredenciamento das cinco citadas acima, permanecem no Finame outros seis fabricantes, grupo que inclui a americana GE, a argentina Impsa, a espanhola Gamesa, a francesa Alstom, a alemã Wobben e a brasileira WEG.

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A Semikron não faz parte dos players fabricantes diretos de aerogeradores, mas atua fortemente no setor, segundo Edelweis Ritt, presidente da corporação. A unidade Solutions da multinacional alemã, localizada em Carapicuíba-SP, foi preparada para quem quer produzir no Brasil e não tem unidade industrial pronta. Ela já tem feito isso, produzindo equipamentos de 2 MW sob encomenda. Para ampliar essa atividade, a fabricante reestrutura seu prédio fabril, com o reposicionamento da expedição de saída de material para um local mais estratégico, para lidar com os grandes equipamentos que poderão ser adicionalmente manufaturados na instalação.

“Temos alguns projetos na área de energia eólica utilizando esse modelo”, lembra a executiva, que destaca que a eletrônica de potência do conversor, área de excelência da empresa, responde por 5% a 6% do custo do aerogerador. No caso da Semikron, a participação maior no setor começou com a inserção de sua tecnologia principal embutida nos equipamentos. Pelos contratos assinados, ela não terá marca própria e produz em regime de OEM. Independentemente de fabricar ou não aerogeradores ou apenas fornecer a eletrônica de potência, a empresa avalia que o segmento eólico represente entre 15% e 20% de seu faturamento atual.

 

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