Segurança

Aditivos retardam a propagação das chamas e as extinguem

Marcelo Fairbanks
20 de fevereiro de 2013
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    A adição de aditivos retardantes de chama às tintas melhora sua capacidade de reagir ao fogo, impedindo seu alastramento. Assim é possível aumentar o tempo para a instalação de um incêndio ou mesmo evitá-lo. Apesar disso, também nesse caso, faltam normas para impor sua utilização.

    “Não existe, atualmente, nenhuma norma que determine o uso de qualquer tinta de proteção passiva contra chama, atrasando a sua adoção, mas o Brasil está se adequando aos poucos aos padrões internacionais de construção e segurança”, afirmou Sandro de Oliveira, chefe de marketing da WEG Tintas. Ele tem percebido uma evolução nos requisitos técnicos das consultas recebidas, vindas de todos os setores industriais e também nas plataformas de petróleo, indicando crescimento de mercado.

    A WEG oferece tintas antichama em pó (para acabamento) ou na forma líquida em epóxi (WEGPOXI FRD 303, primer) e poliuretano (WEGTHANE FRA 501, de acabamento). Segundo Oliveira, essas tintas podem compor esquemas de pintura com produtos de outros fornecedores, mas o ideal é conjugá-los para que se obtenha uma proteção maior em todas as camadas da pintura, além de aproveitar a resistência do epóxi contra a corrosão. Ele explicou que as normas internacionais avaliam o tempo de resistência à chama, a resistência a fontes irradiantes de calor e, principalmente, a capacidade de autoextinguir a chama.

    Segundo Gabriel Zenobi, a AkzoNobel possui algumas tintas com propriedades ignífugas, e elas estão disponíveis no portfólio das tintas industriais da companhia.



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